🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

VAR Copa do Mundo FIFA Wilton Pereira Sampaio Pierluigi Collina Johannes Holzmüller

Conteúdo Original

Chefe de Arbitragem da Fifa, Pierluigi Collina comenta evolução do VAR e novidades da Copa A Copa do Mundo que começa na próxima semana, no México, deve ter muito menos lances em que o bandeirinha deixará a jogada seguir para marcar impedimento apenas quando ela for concluída. Nesta edição, um sistema automático emitirá um alerta sonoro aos auxiliares sempre que um impedimento for claro – nesse caso, com mais de 10 centímetros. Trata-se de um avanço no sistema de impedimento semi-automático, que já tinha sido utilizado no Qatar, quatro ano atrás, o que tende a gerar mais dinamismo e menos polêmicas aos jogos. – Há a instrução para os auxiliares manterem a bandeira abaixada em situações de impedimento duvidoso para que o lance possa ser revisado em casos de gols ou pênaltis. Nessa Copa, enviaremos informação de impedimentos claros diretamente aos oficiais em campo – explicou Johannes Holzmüller, Diretor de Inovação da Fifa. – Nós testamos essa tecnologia nos últimos três anos em torneios de base da Fifa. Começou com 50 centímetros, e agora chegamos a 10 centímetros, onde há confiança do sistema de que há impedimento. Holzmüller, porém, explicou que há limitações, como um lance em que a bola possa estar escondida ou se algum atleta estiver no chão, por exemplo. E que ele leva isso em consideração ao avaliar se o alarme será disparado ou não. 1 de 1 Wilton Pereira Sampaio revisa cabine do VAR na Copa de 2022 — Foto: Jewel SAMAD / AFP Wilton Pereira Sampaio revisa cabine do VAR na Copa de 2022 — Foto: Jewel SAMAD / AFP Por isso, o diretor não crê na possibilidade de o VAR automático avisar o bandeira num lance em que não há impedimento. – Criamos um sistema onde é quase impossível que o alerta de áudio seja enviado aos juízes e auxiliares em que não há impedimento. Se o sistema não tiver confiança, ele não emitirá o sinal. É algo que foi testado, e estamos confortáveis de que não acontecerá. Para aumentar a precisão do VAR, todos os jogadores terão seus corpos escaneados antes da primeira partida para que esses dados sejam utilizados pelo sistema de impedimento semi-automático. A bola também ajudará: um chip instalado dentro do objeto indicará o momento exato do lançamento no lance a ser analisado. Todo o sistema de VAR nesta Copa ficará centralizado em Dallas, uma das sedes da competição.