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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: O título e o desenvolvimento da matéria destacam a superioridade histórica e a capacidade do Vasco de vencer o Botafogo, especialmente nos pênaltis.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: A matéria descreve o Botafogo como "enervado" e "irritado", além de enfatizar sua dificuldade histórica contra o Vasco, culminando na derrota nos pênaltis.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Dentro do Nilton Santos o Botafogo estava disposto a não deixar o Vasco respirar. Pressionava sem levar grande perigo e acabou vítima de gol achado pelo rival graças ao goleiro Neto que espalmou mal a bola em cobrança de falta por Philippe Coutinho e Nuno Moreira pegou o rebote para abrir o marcador, aos 21 minutos. Dez minutos antes o Vasco havia perdido Tchê Tchê machucado e trocado por Mateus Carvalho. Aí o Botafogo se enervou, passou a se irritar com arbitragem frouxa e mesmo assim seguiu na pressão até que, aos 40, Correa foi derrubado pelo goleiro Léo Jardim em lançamento de Santi Rodriguez. Provavelmente Correa nem completaria o lance porque havia adiantado demais a bola, mas o pênalti existiu e Alex Telles empatou 1 a 1. Então, até o fim do primeiro tempo, mais calmo, o Glorioso criou três boas chances para virar e deixou a impressão de que venceria no segundo tempo. O Vasco voltou sem Lucas Piton, machucado, com Pumita em seu lugar. Se o Cruzmaltino tivesse juízo tentaria gastar o tempo e levar a decisão à marca do pênalti porque jogar de igual para igual estava na cara que não daria. Mas quem convenceria Fernando Diniz? Nos primeiros 15 minutos o domínio botafoguense foi total, embora sem criar lances mais agudos e Savarino e Vitinho foram chamados por Davide Ancelotti para ajudar a destravar a zaga vascaína. Na verdade, foi Coutinho quem criou e participou dos lances mais perigosos, aos 14 e aos 17, mas ele falhou nas finalizações. Aos poucos o Vasco foi achando espaços para contra-atacar e Matheus Martins e Artur também entraram no clássico, aos 23. Matheus França entrou no lugar de Coutinho. Aos 26, livre, Barboza cabeceou rente à trave escanteio batido por Alex Telles. É incrível como o Botafogo sofre com o Vasco, estejam os dois na situação em que estiverem. O chamado Clássico da Amizade era disputado pela 360ª vez e empatava pela 154ª, com 153 vitórias vascaínas e 105 botafoguenses. Em nenhum outro clássico carioca a diferença é tão grande. Robert Renan e David no Vasco, aos 36. Cris Ramos substituiu Artur, machucado, aos 39. Artur jogou só por 13 minutos. Os penais foram inevitáveis. Mata-mata é assim: o São Paulo era favorito e o Furacão o eliminou; o Palmeiras também era e deu Corinthians; o Botafogo tinha a última chance de confirmar o seu diante de mais de 40 mil torcedores. Vegetti fez 1 a 0. Léo Jardim pegou a cobrança de Alex Telles! Rayan fez 2 a 0. Marlon Freitas diminuiu. Pumita fez 3 a 1. Matheus Martins diminuiu. Matheus França fez 4 a 2. Savarino diminuiu. Robert Renan classificou o Vasco. Que venha o Fluminense.