🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Motivo: Clube citado apenas em listagem de jogadores aptos à naturalização, sem tom favorável ou contrário

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Clube citado apenas em listagem de jogadores aptos à naturalização, sem tom favorável ou contrário

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Clube citado apenas em listagem de jogadores aptos à naturalização, relato neutro

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Clube citado apenas em listagem de jogadores aptos à naturalização, relato neutro

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado em listagem e como exemplo de jogador já naturalizado (Kannemann), tom informativo

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Apenas menção a jogadores na lista de naturalizáveis, sem avaliação jornalística

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Apenas menção a jogadores na lista de naturalizáveis, sem avaliação jornalística

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Apenas menção a jogador na lista de naturalizáveis, sem avaliação jornalística

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Apenas menção a jogadores na lista de naturalizáveis, sem avaliação jornalística

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

internacional palmeiras sao paulo flamengo vasco fluminense vitoria gremio brasileirao calleri cbf arrascaeta piquerez gustavo gomez red bull bragantino pulgar flaco lopez cedric soares kannemann villasanti

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Nova regra deve turbinar naturalizações; saiba quem pode virar brasileiro Rafael Reis Colunista do UOL 24/09/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Há mais de uma década no Brasil, Arrascaeta está apto a receber nova cidadania Imagem: Jorge Rodrigues/AGIF A redução do limite de estrangeiros no Campeonato Brasileiro, aprovada nesta semana pelos clubes participantes das Séries A e B, deve produzir nos próximos meses uma onda de naturalização em massa de jogadores gringos que atuam por aqui. De acordo com levantamento do "Blog do Rafael Reis" , pelo menos 21 atletas em atividade na primeira divisão nacional já cumpriram o requisito básico de quatro anos de residência contínua e ininterrupta no país para requerer a cidadania brasileira. E esse grupo é composto por boa parte dos estrangeiros mais conhecidos e de maior destaque no futebol pentacampeão mundial: Erick Pulgar, Giorgian de Arrascaeta e Guillermo Varela (Flamengo), Gustavo Gómez, Joaquín Piquerez e Flaco López (Palmeiras), Agustín Canobbio e Yeferson Soteldo (Fluminense), Mathías Villasanti (Grêmio) e Jonathan Calleri (São Paulo). Juca Kfouri Quatro bets, das maiores, encalacradas na Justiça Graciliano Rocha Avanço de Lula contra bets mira voto feminino Thais Bilenky Messias x Andrei é 2ª parte de Mendonça x Moraes Josias de Souza Trump fantasiado de Rambo é um problema Todos eles deixarão de ocupar vaga de estrangeiro no elenco dos seus respectivos clubes caso obtenham a cidadania brasileira, como já fez o zagueiro Walter Kannemann, capitão do Grêmio que é nascido na Argentina e joga por aqui desde 2016. Assista aos jogos exclusivos da Copa da Rússia no UOL Play Classificação e jogos Brasileirão Vale frisar que jogadores que nasceram no Brasil e depois passaram a defender outras seleções, como Jorginho (Flamengo), Maurício (Palmeiras) e Carlos Coronel (São Paulo), ou que possuam passaporte brasileiro por causa dos seus antepassados, caso de Andreas Pereira (Palmeiras) e Niclas Eliasson (Internacional), já são tratados como atletas locais na inscrição do Brasileirão. O que é preciso para se naturalizar? O processo mais simples e tradicional de obtenção de cidadania brasileira prevê que o estrangeiro tenha no mínimo 18 anos, viva no Brasil de maneira contínua e ininterrupta há quatro, tenha capacidade de se comunicar em português e não possua condenações na esfera criminal (ou já tenha cumprido integralmente a pena). O prazo de residência no território brasileiro pode ser reduzido em casos especiais. Por exemplo, caso o estrangeiro seja de um país lusófono (que fala português), ele pode solicitar a nova cidadania depois de somente um ano vivendo no Brasil. Essa regra se aplica, por exemplo, ao lateral direito Cédric Soares (São Paulo) e ao atacante Nuno Moreira (Vasco), ambos portugueses. Continua após a publicidade Relacionadas Por que a Austrália, 1ª rival do Brasil no ciclo, cultua ex-Corinthians? Na seleção, Endrick conta com voto de confiança para dar 'recado' ao Real Quais as caras novas das principais seleções para 1ª Data Fifa pós-Copa? O mesmo vale para gringos que casados com conjugês brasileiros ou que tenham filhos de cidadania brasileira. O que vai mudar? A partir do próximo ano, haverá uma redução gradual no número de estrangeiros que cada time pode relacionar por jogo do Brasileirão. Atualmente, esse limite é de nove atletas. Em 2027, cairá para oito. No ano seguinte, para sete. E assim acontecerá sucessivamente até 2030, quando serão permitidos somente cinco gringos de cada lado em uma partida. A medida visa frear o aumento de estrangeiros que tomou conta do futebol brasileiro nos últimos anos e forçar que os clubes aproveitem mais os jovens formados em casa, amplificando o processo de renovação e surgimento de novos talentos no cenário nacional. De acordo com estudo feito pela CBF, o alto número de jogadores de outras nacionalidades no país tem reduzido a minutagem de jogadores brasileiros com menos de 23 anos, o que poderia prejudicar, inclusive, o desenvolvimento de valores para a seleção. Continua após a publicidade Principais estrangeiros que podem se naturalizar Giorgian de Arrascaeta (URU, Flamengo): desde 2015 no Brasil Robert Arboleda (EQU, São Paulo): desde 2017 no Brasil Miguelito (BOL, Santos): desde 2018 no Brasil Germán Cano (ARG, Fluminense): desde 2020 no Brasil Gabriel Mercado (ARG, Internacional): desde 2021 no Brasil Gustavo Gómez (BRA, Palmeiras): desde 2020 no Brasil Erick Pulgar (CHI, Flamengo): desde 2022 no Brasil Isidro Pitta (PAR, Red Bull Bragantino): desde 2022 no Brasil Joaquín Piquerez (BRA, Palmeiras): desde 2021 no Brasil Jonathan Calleri (ARG, São Paulo): desde 2021 no Brasil Mathías Villasanti (PAR, Grêmio): desde 2021 no Brasil Agustín Cannobio (URU, Fluminense): desde 2022 no Brasil Emanuel Brítez (ARG, Vitória): desde 2022 no Brasil Emmanuel Martínez (ARG, Vitória): desde 2022 no Brasil Flaco López (ARG, Palmeiras): desde 2022 no Brasil Guillermo Varela (ARG, Flamengo): desde 2022 no Brasil José Andrés Hurtado (EQU, Red Bull Bragantino): desde 2022 no Brasil Michel Araújo (URU, Bahia): desde 2022 no Brasil Nahuel Ferraresi (VNZ, Botafogo): desde 2022 no Brasil Tomás Cuello (ARG, Atlético-MG): desde 2022 no Brasil Yeferson Soteldo (VNZ, Fluminense): desde 2022 no Brasil Josué (POR, Coritiba): desde 2024 no Brasil Cédric Soares (POR, São Paulo): desde 2025 no Brasil Nuno Moreira (POR, Vasco): desde 2025, no Brasil Rúben Ismael (POR, Vitória): desde 2025, no Brasil Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Por que dois preservativos viraram atração em museu da Segunda Guerra Fuja destes carros: veja câmbios automáticos que podem virar uma 'bomba' Prédio de 4 andares desaba no Morro do Cantagalo, no Rio; não há feridos 'Gangue da pedrada' muda rotina em carros de app sobre uso de celulares Juiz dos EUA manda Trump liberar acesso de jornalistas à Casa Branca