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Análise dos Times

Argentina

Principal

Motivo: Coluna exalta Messi como 'gênio', 'Deus do futebol' e celebra sua despedida da seleção argentina com tom claramente admirativo.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: Mencionado de forma nostálgica nas despedidas de Pelé, Garrincha, Romário e Ronaldo; derrota em 2021 citada sem tom negativo.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Citado apenas como adversário do jogo de despedida de Messi, sem qualquer avaliação sobre o time.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Apenas citada como adversária contra quem Messi brilhou na Copa de 2026, sem juízo sobre a equipe.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Maracanã Lionel Messi Monumental de Núñez Seleção Brasileira Romário Seleção Argentina Ronaldo Fenômeno Inglaterra Garrincha Copa do Mundo 2026 Pelé Maradona Walter Casagrande Di María Copa América 2021 Seleção de Benin

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Lionel Messi, 'O Gênio da Lâmpada Maravilhosa', se despede da sua seleção Walter Casagrande Jr. Colunista do UOL 06/10/2026 13h45 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Lionel Messi durante treino da seleção da Argentina na Copa de 2006 Imagem: Timothy A. Clary/AFP Nesta noite, Lionel Messi se despede da seleção argentina contra a seleção de Benin no estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, com capacidade de 85.018 torcedores. Não tenho dúvidas de que os argentinos vão arrumar um jeitinho de aumentar um pouquinho essa capacidade. O estádio vai ajudar se esticando o máximo possível para entrar o máximo de pessoas possível, afinal de contas, é a última partida de um 'Deus' da bola. Sakamoto Fim da 6x1 revela projetos de Brasil de Lula e Flávio Josias de Souza Caiado formaliza apoio ao que 'rouba com mão direita' Daniela Lima Na mesma mesa de Flávio senta Pablo Marçal João Paulo Charleaux Temer indicou Moraes e agora está rifando ministro Ficar discutindo quem foi melhor, Maradona ou Messi, é um desperdício porque os dois foram campeões do mundo com a mágica camisa da seleção argentina, cada um no seu tempo. Hoje à noite é de Lionel e todos os olhos do mundo estão direcionados para o Monumental para este espetáculo. Tenho 63 anos e vi algumas despedidas emocionantes, e a primeira de que me lembro foi a do Rei Pelé contra a Iugoslávia no Maracanã com 138.575 torcedores em 18 de julho de 1971. Eu vi pouco de Pelé com a camisa amarelinha, mas já foi o suficiente para entender seu tamanho, porque assisti à Copa do Mundo de 1970. Dois anos depois fizeram uma despedida oficial de Mané Garrincha também no Maracanã para 155 mil torcedores em 19 de setembro de 1973. Esse jogo tinha um nome que deixava claro a importância de Garrincha para nós, brasileiros, que era 'O Jogo da Gratidão'. Continua após a publicidade Foi contra um combinado de estrangeiros, dos quais a maioria jogava no Brasil. Mané Garrincha já estava bem debilitado, mas muito respeitado por todos que estavam naquele lugar, e, nesse jogo, o Rei Pelé fez um dos gols mais lindos da sua gigantesca carreira. Muitos anos depois, estava no Estádio Municipal do Pacaembu no dia 27 de abril de 2005 comentando a despedida de outro gigante da história do futebol mundial. Romário fez sua última partida com a seleção brasileira, marcando um gol que foi sua marca durante toda sua carreira. Das cinco estrelas que aquela camisa tinha, uma delas teve ele próprio como protagonista em 1994. Em 27 de junho de 2011, também estava comentando no mesmo Estádio Municipal do Pacaembu a despedida de Ronaldo Fenômeno. Foi incrível porque ali estava um dos maiores atacantes da história do futebol parando de usar a camisa com cinco estrelas, sendo que ele esteve em duas delas, mas em uma delas como principal protagonista, marcando os dois gols da final contra a Alemanha em 2002. Continua após a publicidade É isso, a cada despedida de um gênio da bola da sua seleção, é mais um pedaço importante da história do futebol escrito. Mas ao mesmo tempo o futebol mundial fica sem uma estrela em Copas do Mundo. Lionel Messi passou por muita coisa com a camisa argentina, tanto que por muito tempo muitos duvidaram da sua 'argentinidade' porque não vencia títulos e sempre era acusado de não ter o sangue argentino, mas o espanhol. Até que chegou 2021, quando venceu a Copa América vencendo o Brasil em pleno Maracanã por 1 a 0, com gol de Di María, mas com uma assistência genial dele, 'Dom Lionel Messi'. Muitos outros gênios se despediram, mas o problema é que eles estão diminuindo cada vez mais. Nesta segunda-feira (6), estava no programa 'Rock Bola' na rádio 89 FM, a rádio Rock, que divido com o Zé Luiz e o Bento Mello, filho do Branco, e me perguntaram assim: Continua após a publicidade "Casão, qual foi o melhor jogo que você viu do Messi?" Não tive dúvidas. "O que vi o Messi fazer contra a Inglaterra nesta Copa de 2026 em nove minutos foi inesquecível." É isso, um gênio da bola, um Deus do futebol, um camisa 10 de verdade não precisa de muitos minutos para ficar para a história: só nove foram suficientes para que mostrasse que poderia fazer qualquer coisa com a bola nos pés. Uma pena que o tempo passe tão rápido, mas ter visto Lionel Messi do início ao fim com a camisa da seleção foi um privilégio. Sinto-me assim porque estava em 2006 na Alemanha, quando jogou a sua primeira Copa do Mundo, mundo até agora em 2026, quando foi a última. Continua após a publicidade Mais um gênio prestes a parar de jogar, mas temos que agradecer a Lionel Messi pelo talento e por tudo que nos fez ver. Messi, um gênio da lâmpada maravilhosa que atendeu vários pedidos dos argentinos. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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