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O Vasco entrou na Justiça em mais uma tentativa de mandar no Maracanã o jogo contra o Boca Juniors , pela semifinal da Copa Sul-Americana, no dia 20 de outubro. O clube protocolou um pedido de tutela de urgência contra a Fla-Flu Serviços S.A., administradora do estádio, no juízo da 2ª Vara Cível da Comarca da Capital.
A ação foi apresentada após o Consórcio do Maracanã negar, na última segunda-feira (28), o pedido formal do Vasco para utilizar o estádio na partida. A administração justificou a decisão com as condições do gramado e a sequência de jogos programados para o local.
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Além da questão esportiva, o Vasco sustenta que a realização do confronto no Maracanã atende a uma recomendação do Batalhão Especializado de Policiamento em Estádios (BEPE). O órgão recomendou que a partida fosse realizada no estádio, argumento que também passou a fazer parte da defesa do clube na tentativa de viabilizar o confronto no local.
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Na ação, o Vasco afirma ainda que a escolha pelo Maracanã não se trata apenas de uma preferência por um estádio de maior capacidade. O clube argumenta que precisa atender ao regulamento da Conmebol, que estabelece capacidade mínima de 30 mil espectadores para partidas a partir das semifinais da Copa Sul-Americana.
Outro ponto apresentado pela defesa vascaína é a utilização recente do Maracanã por Flamengo e Fluminense em intervalos considerados parecidos. O clube cita a sequência de partidas no estádio para argumentar que existe possibilidade de receber o confronto contra o Boca Juniors.
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O calendário do Maracanã prevê, inclusive, outra partida dois dias depois do duelo entre Vasco e Boca Juniors. Em 22 de outubro, às 21h30, Flamengo e Estudiantes se enfrentam no estádio pela Libertadores.