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Ontem o Botafogo viveu um dia de ajustes no meio-campo: sem Danilo e Medina, o técnico Franclim Carvalho precisa encontrar soluções para enfrentar o São Paulo pela 17ª rodada do Brasileirão. O novo pulso do meio parece depender de Huguinho, que estreou sob o comando de Franclim contra o Corinthians e repetiu boa atuação pela Sul-Americana, enquanto Edenilson volta a figurar entre os reservas na busca por ritmo; ao mesmo tempo, a diretoria acompanha a possibilidade de negociar Matheus Martins com interessados na Europa [fonte 1] . Barboza se despediu do Botafogo em postagem nas redes sociais, alegando ter dado tudo de si e anunciando a saída rumo ao Palmeiras. O zagueiro lembra a temporada de Libertadores e Brasileirão em 2024, e a memória da Taça Rio daquele ano fica como registro de um ciclo que se encerra no Nilton Santos, após a vitória sobre o Corinthians. A despedida ampliou o debate sobre valorização de atletas e reforços, enquanto o clube já cogita caminhos para manter a competitividade com a venda de ativos [fonte 2] . No âmbito institucional, o STJ reconheceu o Tribunal Arbitral da FGV como competente para decidir as questões societárias da SAF Botafogo, restituindo os direitos de voto da Eagle Bidco e consolidando o papel da arbitragem na governança. A decisão também aponta que houve extrapolação de competência por parte da Justiça estadual, garantindo que as disputas entre sócios sejam tratadas pelo órgão arbitral. Enquanto isso, a Eagle Bidco retoma seus direitos políticos, Durcesio Mello volta a ocupar posição na SAF e queda o peso dos últimos desencontros de governança, sob o olhar atento da torcida e da imprensa [fonte 3] .