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O Palmeiras transformou uma noite de tensão em passaporte para a decisão: perdeu por 1 a 0 para o Fluminense, viu o agregado ficar em 2 a 2 e levou a semifinal aos pênaltis. Ali, Carlos Miguel defendeu a cobrança de Nonato, Marlon Freitas bateu o último pênalti e o Verdão venceu por 5 a 3 — classificação suada, daquelas que fazem a torcida prender o fôlego antes de explodir. [ ] O goleiro virou personagem da noite, e Abel Ferreira chamou a vaga de “missão cumprida”, embora o caminho tenha sido de sofrimento: o Palmeiras pouco ameaçou no tempo normal e sofreu o gol de Hércules no segundo tempo. A vitória nos pênaltis também marcou a quarta final do clube sob Abel e a oitava de sua história na Libertadores; agora, aguarda Flamengo ou Estudiantes para saber quem encontrará em Montevidéu. [ ][ ] Também houve notícia para as Palestrinas: o empate por 1 a 1 com o Independiente Dragonas garantiu ao Palmeiras a liderança do grupo na Libertadores Feminina. Mesmo após a expulsão de Gláucia ainda no primeiro tempo, Bia Zaneratto marcou de pênalti; nas quartas, o próximo desafio será o Santa Fe. [ ] Entre o drama de campo e a conversa sobre futuro, o clube também apareceu em destaque por sua formação: ficou em 13º lugar no ranking mundial de bases do CIES, a melhor posição entre os brasileiros. E, depois da classificação, ainda sobrou espaço para a provocação: uma publicação do Palmeiras declarou orgulho de Jhon Arias, com uma alusão que cutucou o Fluminense e sua passagem pela Série C. [ ][ ]