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O sábado rubro-negro foi de ferida aberta: o Flamengo saiu da Libertadores após uma semifinal sem gols com o Estudiantes e uma disputa de pênaltis que voltou a expor uma fragilidade recorrente. Lucas Paquetá, Jorginho e Bruno Henrique desperdiçaram cobranças, num retrospecto recente que pesa mais para o lado das eliminações do que das classificações. [ ] Depois do apito final, a discussão deixou o gramado e foi para os tribunais: o Flamengo contestou a escalação de Marcos Rojo pelo Estudiantes, alegando que a questão é fazer valer o regulamento, não buscar vantagem fora de campo. O clube pediu que a Conmebol analise o caso; a nota oficial explica que o CAS liberou provisoriamente o zagueiro, mas não afastou possíveis consequências esportivas. [ , ] A iniciativa, porém, incendiou a rivalidade: Leila Pereira chamou a tentativa de “ridícula” e pediu que o rival calce a “sandália da humildade”, enquanto defendia que Palmeiras e Estudiantes chegaram à final dentro de campo. Entre a defesa institucional do Flamengo e as críticas à estratégia, a polêmica virou mais um capítulo de uma eliminação que ainda não terminou de ecoar. [ ] Enquanto isso, o clube tenta recompor o foco no Campeonato Brasileiro. A diretoria não pretende decidir agora o futuro de Leonardo Jardim e do diretor José Boto: a avaliação ficou para o fim da temporada, em meio a questionamentos internos e à necessidade de enfrentar o Atlético-MG no Maracanã, com a liderança em jogo. [ , ] Nem tudo no noticiário foi ressaca. No retrato financeiro, o Flamengo aparece no G-6 de clubes sem atrasos em salários, transferências ou compromissos públicos — uma nota de estabilidade num dia turbulento. E, na base, a Messi Cup oferece outro horizonte: Moraes e Matheus Eduardo estão entre os nomes rubro-negros que encaram o Cornellà e outros adversários internacionais, embora o grupo também tenha desfalques importantes. [ , , ]