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Análise dos Times

Sesi Bauru

Principal

Motivo: O artigo descreve o Sesi-Bauru como 'sobra' e vencendo 'com autoridade', destacando sua consistência e a performance de Kasiely.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O Maringá é retratado como a equipe que 'estaciona' e que teve uma paralisação que gerou reclamação, com desempenho inferior ao do adversário.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

maringa sesi bauru henrique modenesi dani lins kasiely renasce sorocaba sesc flamengo superliga feminina aldori junior

Conteúdo Original

Sesi-Bauru 3 x 0 Maringá | Melhores momentos | Superliga Feminina de Vôlei 2025/26 O Sesi-Bauru venceu Maringá por 3 sets a 0 (parciais de 25/22, 25/19 e 25/18), na noite desta quinta-feira, na Arena Paulo Skaf, em Bauru, pela Superliga Feminina. Foi a sexta vez consecutiva que as bauruenses terminaram uma partida - somando Superliga e Sul-Americano - sem perder um set sequer. Com a vitória, o Rubro-negro chega aos 38 pontos e está na quinta colocação. Já o Maringá estaciona nos 25 pontos, na sétima colocação. 1 de 2 Sesi-Bauru venceu o Maringá, por 3 a 0, pela Superliga Feminina — Foto: Felipe Wiira/Sesi-SP Sesi-Bauru venceu o Maringá, por 3 a 0, pela Superliga Feminina — Foto: Felipe Wiira/Sesi-SP Confira a tabela e classificação da Superliga Feminina Kasiely, ponteira do time da casa, anotou 10 pontos, foi eleita a melhor jogadora da partida e ficou com o troféu Viva Vôlei. Na próxima rodada, o Sesi-Bauru viaja ao Rio de Janeiro para enfrentar o Sesc-Flamengo, na sexta-feira, às 21h. No mesmo dia, às 18h30, o Maringá recebe o Renasce Sorocaba. O jogo O primeiro set foi equilibrado, mas o Sesi-Bauru conseguia manter sempre uma vantagem de pelo menos dois pontos à frente. Com o placar em 19 a 17 para Bauru, a partida foi paralisada para a manutenção de uma falha no piso da quadra. Com isso, a arbitragem retornou o ponto anterior das donas da casa, deixando o placar em 18 a 17. A decisão gerou muita reclamação do técnico Henrique Modenesi, que foi advertido com um cartão amarelo. Após a paralisação, as campeãs sul-americanas abriram uma vantagem de quatro pontos, chegando em 22 a 18. Atrás do placar, Aldori Júnior, técnico do Maringá, queimou o primeiro tempo técnico, mas o Sesi manteve a consistência e fechou o primeiro set em 25 a 22. 2 de 2 A ponteira Kasiely, do Sesi-Bauru, anotou 10 pontos e foi eleita a melhor jogadora da partida — Foto: Felipe Wiira/Sesi-SP A ponteira Kasiely, do Sesi-Bauru, anotou 10 pontos e foi eleita a melhor jogadora da partida — Foto: Felipe Wiira/Sesi-SP No início do segundo set, as donas da casa abriram 6 a 1, o que fez as paranaenses pararem o jogo. O tempo técnico surtiu efeito, a vantagem caiu para dois pontos (12 a10), mas uma sequência de erros de ataque deixou Bauru novamente com a diferença em quatro pontos. Com o controle que persistiu durante todo o set, o Ru ro-negro chegou ao 2 a 0, fechando a parcial em 25 a 19. Se o set anterior foi de Bauru, o terceiro começou melhor para Maringá, que abriu 4 a 1. Só que essa superioridade no marcador não durou muito tempo. A equipe liderada por Dani Lins conseguiu equilibrar a partida e manter o placar sempre próximo. Essa proximidade durou até o 12 a 12, quando o ataque das donas da casa aumentou a eficiência, o bloqueio voltou a funcionar e a diferença chegou em sete pontos: 19 a 12. As campeãs sul-americanas seguiram com a mesma intensidade. Virando as bolas no ataque, com uma defesa bastante sólida, o Sesi-Bauru fechou o set: 25 a 17.