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Análise dos Times

Selecao Brasileira

Principal

Motivo: A autora critica a seleção, apontando falta de liderança, criatividade e dependência emocional, além de um técnico submisso.

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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Convocação tem problemas maiores do que Neymar Milly Lacombe Colunista do UOL 22/05/2026 14h41 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira Imagem: RAFAEL RIBEIRO/CBF Neymar dominou o noticiário desde a festa da convocação. Capturou a atenção, surfou na repercussão. Não temos como brigar com o tipo de delírio que seu nome, por motivos diversos, faz circular. Com tanto frenesi, fica parecendo que, no mais, a seleção está muito bem, obrigada. O que não é verdade. Muito já se falou sobre o gol: três goleiros que estão longe de seus melhores dias. As laterais também foram uma convocação por dever histórico e com pouco embasamento no que os atletas fazem atualmente. O meio de campo é um deserto de criatividade, embora seja positivo operante para combatividade. O que faz sentido, já que Ancelotti avisou que o importante mesmo é não levar gols. Falemos então da zaga. Bons zagueiros, sem dúvida. E é isso. Ataque: sim, temos produzido atacantes acima da média. Paramos de formar meias e investimos em atacantes. Sozinhos eles não podem fazer muita coisa em uma Copa: precisariam de um meio de campo criativo, e isso não há. Raphinha pode voltar e fazer o 10; Matheus Cunha também. Na base do improviso. Carla Araújo Campanha de Lula evita festejar queda de Flávio José Paulo Kupfer Desenrola para todos só tirando coelho da cartola Marco Antonio Sabino Corrida ao Senado em SP: do azarão para o alazão Daniela Lima Lula gera dúvida com insinuação sobre Master Matheus Pereira ficou no Brasil, esse sim um 10 clássico. Faz sentido? Bem, agora que sabemos como Ancelotti opera, faz. Neymar, tendo alguma condição de jogar 15 minutos - que é o que ele vai aguentar na intensidade de uma Copa - não é um 10. Nunca foi, aliás. Joga com a 10 porque é o ídolo de todos ali. Se por acaso Neymar não tiver condições médicas de seguir convocado, seria preciso ver como a CBF vai lidar com o colapso emocional de Casemiro, Raphinha e outros. Eles serão capazes de seguir sem o ídolo maior por perto? Temos esse probleminha de maturidade aí também. Passada a fase da euforia por Neymar seria hora de encararmos a seleção pelo que ela é: uma seleção mediana, sem lideranças, emocionalmente dependente de Neymar, com baixa criatividade, muito melindre e um treinador que mostrou ser apenas mais um a se curvar a interesses maiores. Isso tem cara de tudo, menos de hexa. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Mendonça autoriza volta de Vorcaro para cela especial na PF Em audiência, Deolane nega elo com PCC: 'Fui presa por estar advogando' Marcos Rogério minimiza Datafolha e diz que áudio precisa ser 'esclarecido' Vírus raro e letal encontrado no interior de SP circula no país há 142 anos Justiça da Itália nega extradição e manda soltar Carla Zambelli