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Análise dos Times

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Brasil Rebeca Andrade Paris Tóquio Liverpool Rio 2016 Jacarta Mundial de ginástica artística Flávia Saraiva Glasgow Doha Stuttgart Antuérpia

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Veja o treino na trave de Flávia Saraiva Flávia Saraiva era uma caloura de 16 anos quando entrou pela primeira vez em um palco de Mundial. A jovem ginasta se encantava com o brilho das luzes e a grandeza do ginásio de Glasgow enquanto cantarolava "Let It Go" durante o treino na véspera de competir. Dez anos depois, Flavinha cresceu, ficou mais forte, amadureceu, embora que o lado descontraído ainda dê as caras com um funk antes de se apresentar. A hoje medalhista olímpica chega a Jacarta como candidata ao pódio da trave e do solo. Em seu sexto Mundial, agora é ela quem brilha e encanta na Indonésia. A ginasta de 26 anos disputa as classificatórias nesta terça-feira, às 6h30 (de Brasília). O sportv 2 transmite ao vivo as finais do Mundial de ginástica artística. — Foto 1: Ricardo Bufolin/CBG — Foto 2: RICARDO BUFOLIN / PANAMERICA PRESS + Confira a programação do Mundial de ginástica + Caio Souza e Diogo Soares avançam às finais no Mundial de ginástica artística + Brasil define escalação para o Mundial com Flávia Saraiva na trave e no solo + Flavia afasta pressão sobre pódio no Mundial + Análise: Flavinha é a grande chance de medalha do Brasil + Entenda as ausências de Jade e Rebeca no Mundial Em 2015, Flavinha estava em seu primeiro ano na categoria adulta. Já despontava como a "Pequena Notável". Parte pelo desempenho nas Olimpíadas da Juventude de 2014, com um ouro e duas pratas. Parte por ter apenas 1,33m de altura, e um jeitinho de menina. Cheia de energia, deslumbrada com a grandeza de um palco de Mundial de ginástica artística. Por pouco mais de um décimo ficou fora da final da trave, na 14ª colocação. Foi à decisão do individual geral, teve falhas e acabou na 24ª posição. Flávia Saraiva, de 16 anos, se destaca no Mundial de Ginástica Artística — Foto 1: Ian MacNicol/Getty images — Foto 2: RICARDO BUFOLIN / PANAMERICA PRESS Em 2018, Flavinha participou de seu segundo Mundial e se classificou para três finais, número que manteve nas três edições seguintes em que entrou em ação. Em Doha, pela primeira vez competiu em uma decisão por equipes (Brasil ficou em sétimo) e em uma final por aparelhos (foi a quinta colocada no solo), além de ter sido a oitava no individual geral. Altura de Flávia Saraiva Fonte: CBG Em Stuttgart 2019, avançou para sua única final de trave em Mundial, mas teve uma queda e acabou em sexto. A primeira medalha quase veio no solo, a quarta colocação, a apenas um décimo do pódio. Ainda foi a sétima no individual geral. — Foto 1: Ricardo Bufolin / CBG — Foto 2: MeloGym/CBG Em Liverpool 2022, Flavinha sofreu uma lesão no salto, último aparelho da classificatória. Ainda se apresentou nas barras assimétricas na final por equipes para tentar levar o Brasil a um pódio então inédito, mas o time brasileiro acabou na quarta posição. Ela não se recuperou em tempo das finais do individual geral e do solo. Rebeca Andrade e Flávia Saraiva levam Brasil ao recorde no Mundial de Ginástica A medalha enfim veio na Antuérpia 2023. Junto com Rebeca Andrade, Jade Barbosa, Júlia Soares e Lorrane Oliveira, Flavinha foi vice-campeã mundial por equipes. Falhou na final do individual geral e acabou na 15ª posição, mas se recuperou na decisão do solo e conquistou o bronze. + Flávia Saraiva e Júlia Soares viram rivais no Mundial de ginástica: "Competição é competição" + Mundial de ginástica artística 2025: veja atletas do Brasil para ficar de olho + CAS nega recurso, e Israel fica fora do Mundial de ginástica após ter vistos negados pela Indonésia + Simone Biles deixa LA 2028 em aberto: "Não sei se estarei competindo ou na arquibancada" + Ginasta indonésio de 19 anos morre após queda em treino para o Mundial — Foto 1: RICARDO BUFOLIN/CBG — Foto 2: MeloGym/CBG Da estreia para cá, Flavinha perdeu dois Mundiais por lesões, em 2017 e 2021, justamente as outras duas competições individuais, como a deste ano em Jacarta. Vai ser a primeira vez que ela compete sem o peso da disputa por equipes. Como tirou o primeiro semestre para se recuperar de uma cirurgia no ombro realizada em setembro de 2024, a medalhista olímpica não vai competir no salto e nas barras assimétricas na Indonésia, assim ficando fora também da disputa do individual geral. O foco está na trave e no solo, suas especialidades. Em Olimpíadas, Flávia foi ao pódio de Paris com o bronze por equipes. Ela foi finalista da trave na Rio 2016 (quinta colocada) e em Tóquio (sétima). Ainda disputou a final por equipes da Rio 2016 (Brasil ficou em oitavo) e do individual geral em Paris (nona). 1 de 1 Flávia Saraiva no treino de pódio do Mundial de ginástica artística — Foto: RICARDO BUFOLIN / PANAMERICA PRESS Flávia Saraiva no treino de pódio do Mundial de ginástica artística — Foto: RICARDO BUFOLIN / PANAMERICA PRESS