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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: Time principal, retratado com vantagem: saiu na frente na semifinal e 'pode até empatar que fica com a vaga na final'.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Descrito como 'algoz dos brasileiros' e associado a polêmicas de arbitragem e erros históricos a seu favor.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Motivo: Matéria dá voz às reclamações do clube contra arbitragem em 2000 e 2001, tratando-as como justas ('reclamam até hoje').

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: Menção factual à eliminação de 1994 na Supercopa Libertadores, sem tom favorável ou contrário.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção puramente factual ao resultado de 3 a 0 no Montevideo City Torque, sem avaliação de mérito.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

libertadores palmeiras sao paulo maracana vasco atletico-mg var boca juniors conmebol sul-americana carlos bianchi euller la bombonera pedro emanuel ubaldo aquino

Conteúdo Original

O Vasco saiu na frente no duelo contra o Boca Juniors . pela semifinal da CONMEBOL Sul-Americana . A vitória por 1 a 0 na Bombonera faz com que o time de Pedro Emanuel jogue pelo empate na próxima terça-feira (20) para avançar à decisão. Antes deste duelo, o último encontro entre as equipes havia sido em 2001, pela Copa Mercosul . A partida terminou empatada em 2 a 2, com um dos gols do Gigante da Colina marcado por Euller . O ESPN.com.br conversou com o ex-jogador, que relembrou os confrontos com a equipe argentina, rival na fase de grupos daquela Mercosul. Na Argentina, Euller brilhou e deixou sua marca. “Esse foi um jogo que nós fomos melhores e conseguimos bons resultados. Eu em especial, na maioria dos jogos que eu fiz na Bombonera, sempre tive sucesso e muitos gols. Esse foi um gol que eu bati de fora da área e a bola foi lá no ângulo. Foi um gol muito bonito”, recordou o ex-atacante. Antes do empate na Mercosul, os caminhos se cruzaram na Libertadores naquele mesmo ano de 2001. Com final feliz para os argentinos nas quartas de final. A equipe venceu na ida por 1 a 0 em São Januário e também na volta por 3 a 0, na Bombonera. E Carlos Bianchi , treinador daquele esquadrão, é um tormento para Euller. “Para mim, o problema não é nem o Boca, foi o treinador (Bianchi). Eu já o enfrentei várias vezes. Até em 94, quando eu joguei a final com o São Paulo contra o Vélez , ele era o treinador do Vélez. Eu nunca tive muito sucesso contra esse treinador’, confessou o ex-atleta. E muito das memórias ruins de Euller com o Boca se estenderam para outros times. Pelo São Paulo, em 1994, Euller foi castigado pelo time xeneize na Supercopa Libertadores, com uma vitória por 2 a 0 na ida na Argentina. No Morumbis, o Tricolor aplicou 1 a 0, mas acabou eliminado. Já pelo Palmeiras, em 2000, ele esteve presente no jogo onde os alviverdes reclamam até hoje. As equipes duelaram pela final da Libertadores. Atual campeão, o Verdão arrancou um 2 a 2 na Bombonera, com Euler deixando sua marca. Na volta, empate em 0 a 0, vitória e título do Boca nos pênaltis. Mas muita reclamação do Palmeiras . Os paulistas protestaram na época contra um pênalti de Walter Samuel em Faustino Asprilla , mas o árbitro paraguaio Epifanio González nada marcou. Euller afirmou que se fosse nos dias de hoje, o resultado poderia seria outro. "Eu garanto para você que se a gente tivesse o que se tem no futebol hoje, que é o VAR , eu tinha sido campeão". "Se tivesse que voltar no tempo, eu gostaria que tivesse a tecnologia que se tem hoje. Aí eu garanto que, não só o Vasco mas todo o futebol brasileiro poderia ter muito mais êxito, principalmente contra os argentinos. Com a tecnologia do VAR , muitas coisas poderiam ter sido diferentes’, completou o ex-jogador. No ano seguinte, o Palmeiras cruzou novamente com o Boca Juniors e caiu na semifinal, novamente com muita polêmica de arbitragem. Já sem Euller, que estava no Vasco, o Verdão não esquece do árbitro Ubaldo Aquino . O paraguaio cometeu dois erros graves a favor dos argentinos contra o Verdão na partida de ida da semifinal da Libertadores de 2001, na Bombonera. Na oportunidade, Aquino assinalou um pênalti inexistente de Alexandre em Barijho e, na sequência, ignorou um pênalti cometido pelo goleiro Córdoba em Fernando, que ainda viria a ser expulso. Mesmo assim, o Palmeiras saiu da Bombonera com um empate em 2 a 2. Com o mesmo placar na volta, em São Paulo, o Boca venceu nos pênaltis e foi à decisão. Há três anos, a ESPN entrou em contato por mensagem com Ubaldo Aquino, que trabalha como assessor de arbitragem da CONMEBOL. À reportagem, o paraguaio limitou-se a dizer não ter nenhum interesse em relembrar desta partida ou de nenhuma outra. Para evitar um novo trauma diante do Boca Juniors, um verdadeiro algoz dos brasileiros, o Vasco pode até empatar no Maracanã que fica com a vaga na final. Do outro lado da chave, o Atlético-MG aplicou 3 a 0 no Montevideo City Torque e encaminhou a classificação. São Paulo (F) - 17/10, 21h (de Brasília) - Brasileirão Boca Juniors (C) - 20/10, 21h30 (de Brasília) - CONMEBOL Sul-Americana Corinthians (C) - 24/10, 18h30 (de Brasília) - Brasileirão