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Análise dos Times

Psg

Motivo: A matéria usa o PSG como exemplo de poderio financeiro europeu, destacando os altos valores de contratação de seus goleiros.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Flamengo

Principal

Motivo: O Flamengo é apresentado como protagonista em campo, mostrando competitividade contra um gigante europeu, mas a análise financeira ressalta a diferença de recursos.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Botafogo Palmeiras Manchester City Vitor Roque PSG Luis Enrique Copa Intercontinental Champions League Samuel Lino Gianluigi Donnarumma Danilo Thiago Almada Matvey Safonov Krasnodar Lucas Chevalier

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Preço de goleiro herói do PSG dá a dimensão do abismo entre Brasil e Europa Thiago Arantes Colunista do UOL 18/12/2025 06h00 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Safonov, goleiro do PSG, ergue troféu da Copa Intercontinental, conquistada sobre o Flamengo Imagem: Jan Kruger - FIFA/FIFA via Getty Images O Flamengo bateu de frente com o PSG, campeão da Champions League, na final do Intercontinental. O time de Filipe Luís poderia ter vencido no tempo regulamentar, teve chances na prorrogação e só parou nos pênaltis, em atuação histórica do goleiro Matvey Safonov. O desempenho do time carioca em campo e as palavras do técnico Luis Enrique, do PSG, reconhecendo o bom trabalho do adversário, levam à tentação de achar que o abismo entre o futebol brasileiro e o europeu está menor. Ou, para os mais otimistas, que ele não existe. Em campo, o campeão da América mostrou que dá pra jogar com os melhores europeus — como Botafogo, Fluminense, Palmeiras, e o próprio Flamengo já tinham feito no Mundial de Clubes, há seis meses. Juca Kfouri A ironia cruel dos pênaltis perdidos PVC Fla valente, mas PSG é o primeiro francês campeão Josias de Souza Lula usa e abusa da máquina governamental Marco Antonio Sabino A maior lição para as empresas no caso da Enel Só que o abismo financeiro ainda existe, e há um número que escancara o tamanho da diferença. Em julho deste ano, o PSG pagou 20 milhões de euros (cerca de R$ 127 milhões) para tirar o Safonov do Krasnodar, da Rússia. Depois dos quatro pênaltis defendidos e com um título de âmbito mundial na estante, o preço pode parecer justo — há quem dirá que o clube francês pagou pouco. Só que Safonov foi contratado para ser o reserva de Gianluigi Donnarumma, então titular absoluto. Depois que o italiano deixou o clube e foi para o Manchester City, o PSG contratou Lucas Chevalier, do Lille, por 30 milhões de euros (R$ 195 milhões). O francês é o dono da posição e só não jogou contra o Flamengo porque está machucado. Na história do futebol brasileiro, apenas quatro jogadores custaram mais do que Safonov: Vitor Roque no Palmeiras (25,5 milhões de euros), Thiago Almada (24,1) e Danilo (23) no Botafogo, e Samuel Lino (22) no próprio Flamengo. Pagar R$ 127 milhões em um jogador é privilégio que apenas três clubes brasileiros tiveram, e em condições especiais — todos vivem bom momento esportivo e financeiro. O que para o futebol sul-americano é um valor quase inalcançável, no PSG é o que se paga por um goleiro reserva. O Flamengo confirmou no Qatar a impressão que já havia surgido no Mundial: em campo, durante 90 ou 120 minutos, um time bem montado pode bater de frente com os grandes europeus. Continua após a publicidade Mas o preço de Safonov nos desperta para uma realidade ainda dura (e aparentemente irreversível): o abismo econômico não apenas existe, mas é imenso. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Quem são os influencers que lucram até R$ 50 mil divulgando bet ilegal | Podcast UOL Prime #101 Armarinho saltou de R$ 100 para R$ 27 bilhões em fundos da Reag Corinthians e Vasco empatam sem gols em 1º jogo da final da Copa do Brasil Memphis se irrita com troca em Corinthians x Vasco; Dorival xinga torcedor 'É diferente': Diniz culpa gramado do Corinthians por erros do Vasco