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Análise dos Times

Atletico De Madri

Principal

Motivo: O artigo exalta a eficácia do 'Simeonismo' e como o Atlético consegue resultados inesperados contra adversários superiores, retratando o time como vitorioso e resiliente.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: O Barcelona é retratado como dominante no início, mas incapaz de sustentar a vantagem e superar a tática do adversário, sendo criticado por 'covardia' e falta de mobilidade.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Palavras-Chave

Entidades Principais

barcelona raphinha lamine yamal rashford lewandowski champions league diego simeone atletico de madri nico gonzalez sorloth baena eric garcia lookman ferran

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Simeonismo é um veneno sem antídoto para o Barcelona na Champions League Julio Gomes Colunista do UOL 14/04/2026 18h07 Deixe seu comentário Diego Simeone, do Atlético de Madri, em jogo contra o Tottenham pela Liga dos Campeões Imagem: David Cliff/Anadolu via Getty Images Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Quando Diego Pablo Simeone assumiu o comando do Atlético de Madrid, há quase 15 anos, nem ele esperava que tanta coisa boa poderia acontecer. Mas o Atleti se posicionou como um grande da Europa, um tamanho que não tinha. Ganhou duas vezes La Liga contra os Barças e Reais mais endinheirados da história (já dominante) de ambos. Construiu um estádio. Chegou a duas finais de Liga dos Campeões e agora está a um passo da terceira. Na "era Simeone", o Atlético muito mais apanhou do que ganhou do Barcelona - foram 8 vitórias, 12 empates e, agora, 26 derrotas. Mas há derrotas e derrotas. A desta terça, por 1 a 2, em Madrid, significou classificação. E é na Champions League que o Atleti faz o que para muitos sempre parece inacreditável. O "Simeonismo" (ou "cholismo", para os íntimos) esteve em campo com força hoje e, pela terceira vez em três ocasiões, os colchoneros eliminaram o Barcelona nas quartas de final da Champions League. Aconteceu em 2014, aconteceu em 2016 (em plena era Messi) e, agora, em 2026, já na era Yamal, a história se repete. Lamine fez um primeiro tempo incrível e comandou um Barcelona de muita intensidade e mobilidade - sem Raphinha, por lesão, e sem Lewandowski, por opção. Rapidamente, o placar já mostrava 2 a 0 para o Barça contra um Atlético recuado, covarde, com linha de 6 homens atrás e achando que isso seria suficiente para proteger a vantagem de 2 a 0 construída no Camp Nou. Alicia Klein Punição a Abel pode ser tiro no pé do STJD Daniela Lima CPI do Crime: Fachin foi criticado por silêncio José Fucs O fim da escala 6x1 e a contrarreforma de Lula Narrativas em Disputa Fim da CPI do Crime não muda percepção sobre STF Mas o "Simeonismo" não tem só sangue, suor e lágrimas. Tem contra ataque, que faz parte da cartilha, e tem sorte, às vezes. E, assim, sai um gol de Lookman que absolutamente em nada refletia o que tinha sido o primeiro tempo. No segundo, o domínio do Barça continuou, com o "Barcelonismo" a todo vapor, posse de bola, drible, pressão, linha de passe envolvendo o adversário, chances de gol. O terceiro só não saiu por um impedimento milimétrico de Ferrán. Assista aos jogos da Champions League ao vivo na HBO Max por apenas R$ 0,99/dia no plano anual. Assine já! Classificação e jogos Liga dos Campeões Aí, vieram as trocas. Simeone mexeu no time, e Baena, Nico González e Sorloth entraram na rotação que o jogo exigia. O Barcelona apostou em Rashford e Lewa e piorou, perdeu mobilidade. As linhas altas passaram a sofrer com os contra-ataques colchoneros. Em um deles, veio a expulsão de Eric García, em lance parecido com o do primeiro jogo - último homem parando ocasião de gol. Mesmo com 10, o Barcelona teve muitas chances nos acréscimos, mas volta a cair na Champions League contra um time, teoricamente, pior - no ano passado foi a Inter de Milão. A final europeia, que o Barça já não joga há 11 anos, fica para uma próxima e Lamine Yamal terá de se contentar com a Liga espanhola. Já o Atlético segue fazendo das suas. Enfrentará na semifinal ou o Sporting de Lisboa ou o Arsenal, que está hiper envolvido na tentativa de ser campeão inglês pela primeira vez desde 2004. Teremos na decisão um time que nunca foi campeão, esta é uma certeza. A outra certeza é que o Atlético usará e abusará do "Simeonismo" na semifinal. Um termo que já deveria aparecer nos dicionários. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Julio Gomes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Prancha abdominal: quanto tempo é o ideal e como fazer sem erros? Transmissão ao vivo de Bayern x Real Madrid pela Liga dos Campeões: onde assistir Neymar pede desculpa após discussão com torcedor: 'Não farei mais isso' Quantos ovos podemos comer por dia e quando eles ajudam a perder peso Acorda sempre de madrugada? Entenda o que acontece no cérebro e como evitar