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Análise dos Times

Remo

Principal

Motivo: A matéria é centrada na perspectiva de um ex-jogador do Remo e atual funcionário, com foco na vitória histórica do clube. Há uma clara torcida para que o time atual repita o feito.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: O Fluminense é apresentado como um adversário forte e repleto de estrelas históricas, mas sua 'soberba' é citada como fator para a derrota passada. A análise do passado não o favorece explicitamente.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Remo Rivellino Léo Condé Mangueirão Manfrini Raimundo Mesquita Alcino Roberto Pintinho

Conteúdo Original

Mesquita atuou pelo Remo na única vitória azulina diante do Fluminense Carlos Alberto, Marco Antônio e Rivellino, três campeões da Copa do Mundo de 1970, estiveram no Estádio Baenão, em Belém, cinco anos depois do Tri. Vestindo a camisa do Fluminense , foram ao Norte do Brasil encarar o Remo , em confronto que se repetirá nesta quinta-feira (12), no Mangueirão. “Era uma máquina”, disse Raimundo Mesquita sobre o Fluminense que esteve em campo naquele dia 21 de setembro de 1975. Contudo, foi o atacante Alcino, o Negão Motora, que atropelou dentro de campo, marcando dois gols e garantindo a vitória azulina por 2 a 1. – Foi maravilhoso. Era quase impossível ganhar um time daqueles, era uma máquina naquele momento . Tinha só o Roberto Rivelino, o melhor do mundo. Além dele, havia o Roberto Pintinho, que era outro bom jogador. Tinha o Manfrini, outro jogador extraordinário. Era recheado de estrelas – disse Mesquita em entrevista ao Globo Esporte. 1 de 3 Remo venceu o Fluminense em 1975 — Foto: Arquivo Remo venceu o Fluminense em 1975 — Foto: Arquivo Apesar dos vários craques em campo, Mesquita considera que o excesso de confiança pode ter sido decisivo para a derrocada tricolor naquela partida. – Naquele momento, a soberba do Fluminense foi o que abateu o time. Chegaram em campo tentando ganhar sem jogar. Percebemos isso. Nossa equipe era muito unida, chegou e amassou o Fluminense. Ficaram surpresos, mas nós não ficamos, porque queríamos ganhar o jogo. 2 de 3 Raimundo Mesquita, ex-jogador do Remo — Foto: Neldson Neves/O Liberal Raimundo Mesquita, ex-jogador do Remo — Foto: Neldson Neves/O Liberal Mesquita aposentou as chuteiras, mas continuou bem perto do gramado. Na verdade,virou engenheiro agrônomo e atualmente cuida da grama do maior estádio do Pará, o Mangueirão, palco do duelo pela quinta rodada do Brasileirão. – Eu já estou imaginando o jogo de quinta-feira. Eu fico observando no semblante dos jogadores quando eles acham o gramado bacana. Meu ego vai lá para cima. O Leão entra em campo com o Tricolor das Laranjeiras às 19h. Mesquita estará no estádio e espera que os atuais jogadores do Remo busquem na vitória azulina conquistada em 1975 inspiração para conquistar a primeira vitória no Brasileirão 2026. 3 de 3 Estádio Mangueirão — Foto: Divulgação/Inter Estádio Mangueirão — Foto: Divulgação/Inter – Eu estou torcendo, mas tem que ter personalidade. Aconselho aos jogadores que não tenham medo. O Fluminense é bom, mas nós temos bons jogadores, ainda mais agora com o treinador Léo Condé, que dá uma inspiração aos jogadores, dá uma vontade maior, todos querem aparecer para mostrar serviço para o treinador. Remo e Fluminense se enfrentam nesta quinta-feira, às 19h (de Brasília), no Estádio Mangueirão, em Belém, pela quinta rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. O Premiere mostra a partida ao vivo para todo o Brasil, e o ge acompanha todos os lances em Tempo Real — clique aqui.