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Só para assinantes Assine UOL Reportagem O Lanús de Castillo faz tremer o desfile do Flamengo Juca Kfouri Colunista do UOL 19/02/2026 23h24 Deixe seu comentário Salvio e Castillo celebram gol do Lanús Imagem: Luis ROBAYO / AFP Carregando player de áudio Ler resumo da notícia O Flamengo não é melhor que o Lanús. O Flamengo é incomparavelmente melhor que o Lanús. Sabia que os argentinos tentariam pressionar, impressionar, intimidar no embalo da torcida em seu alçapão. Juca Kfouri Só o Athletico sabe explicar a vitória do Corinthians Sakamoto 'Defesa' da família mobiliza; soltar Bolsonaro, não M.M. Izidoro Por que a falta de cinema não branco não incomoda? Gustavo Miller Como Bad Bunny fez o Brasil se reconhecer latino No toque de bola, sem pressa ou ansiedade, o rubro-negro tratou de inicialmente cozinhar o atrevimento do adversário. O gramado estava OK e, aos poucos, os brasileiros foram evoluindo, a ponto de, com Cebolinha, criar a melhor chance de gol em La Fortaleza, aos 34 minutos, numa ótima defesa do goleiro Losada. Quando o intervalo chegou o jogo estava controlado. Restava botar os dados na mesa para criar as condições de voltar de Buenos Aires com mais da metade da Recopa Sul-Americana na bagagem. O começo do segundo tempo já mostrou outro jogo, mais com a cara do fim do primeiro, com o Flamengo se impondo com a sabedoria de quem é melhor, apesar de ainda longe do que pode e deve apresentar. Aos 55, um susto que Léo Ortiz impediu que fosse mais que um susto em corte providencial. Continua após a publicidade Foi exatamente aí que Filipe Luís chamou Pedro e Samuel Lino para jogarem nos lugares de Dom Arrascaeta e Cebolinha. Mas o Flamengo simplesmente parou de jogar e, aos 70, depois de uma sucessão de escanteios, tomou um gol de Rodrigo Castillo outra vez em impedimento, com a diferença de que, o primeiro, no primeiro tempo, foi evidente, e o segundo deu um certo suspense. Não que o empate fosse mau resultado, mas, convenhamos, diante de um time cujo elenco inteiro vale menos que Lucas Paquetá, não vencer era, no mínimo, chato. Aos 76, saiu Luiz Araújo e De La Torre entrou. Só que, aos 77, Castillo mandou a bola para a rede pela terceira vez, desta vez em posição legal, de cabeça, entre os Léos, em cruzamento pela esquerda. Em seguida, quase o 2 a 0, em bola que bateu no cocoruto do travessão. Continua após a publicidade Achar que no Maracanã será fácil ê dar sopa para o azar, porque, em regra, os hermanos não dão pelota para jogar fora de casa e armarão uma retranca de dar gosto. Era hora de o Flamengo parar de desfilar e se impor na bola e na marra, porque começava a dar a sensação de estar tremendo ao perder divididas umas em cima das outras. Uma lástima! O Flamengo que historicamente sofreu nas mãos de um certo Castilho, ídolo do Fluminense, sofria nos pés de Castillo. Que papelão! Só falta perder o bi no Maracanã. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Morre Eric Dane, astro de 'Grey's Anatomy' e 'Euphoria', aos 53 anos Andreas escapa de punição por danificar gramado antes de pênalti em Dérbi Pai que deu chibatadas em genro após filha relatar agressão é absolvido Master: Mendonça desfaz ordem de Toffoli, reduz sigilo e dá autonomia à PF Mulher de Moraes descobre entupimento em exame no coração e coloca stents