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Análise dos Times

Alemanha

Principal

Motivo: Crise alemã destacada (fiasco na Copa, eliminação nos pênaltis para o Paraguai), mas o recomeço com Klopp é retratado com otimismo e elogios dos jogadores

Viés da Menção (Score: -0.2)

Motivo: Ciclo positivo com Deschamps e geração forte; chegada de Zidane, maior craque desde Platini, é vista com entusiasmo apesar da eliminação pela Espanha

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: Geração badalada caiu nas oitavas da Copa; recomeço com Jorge Jesus tem respaldo público de Cristiano Ronaldo, que o chama de escolha perfeita

Viés da Menção (Score: -0.1)

Motivo: Citado apenas como precedente do fenômeno, com referência ao alto salário de Ancelotti na CBF, sem avaliação de desempenho

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Futebol Crise e recomeço: o que atrai super técnicos por novas missões nas seleções Do UOL, no Rio de Janeiro 24/09/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Jürgen Klopp em entrevista coletiva da seleção alemã de futebol após primeira convocação Imagem: picture alliance/dpa/picture alliance via Getty I Para as seleções que não foram campeãs do mundo, a super Data Fifa é o pontapé inicial de uma reconstrução. No caso de algumas gigantes do futebol europeu, técnicos de peso escrevem os primeiros capítulos no comando de equipes que ficaram devendo ou se despediram de trabalhos anteriores. Jürgen Klopp saiu da aposentadoria como técnico para tentar reconstruir a Alemanha. Na França, Zinedine Zidane assumiu o legado de Didier Deschamps. Em Portugal, Jorge Jesus é a bola da vez para comandar a reta final da carreira de Cristiano Ronaldo na seleção. Os jogos são pela Liga das Nações. Hoje, os alemães enfrentam a Holanda, às 15h45, que também escreve novos capítulos, agora sob o comando de Xavi. Portugal, simultaneamente, encara País de Gales. Já a França de Zidane joga amanhã, contra a Turquia. Juca Kfouri Quatro bets, das maiores, encalacradas na Justiça Graciliano Rocha Avanço de Lula contra bets mira voto feminino Thais Bilenky Messias x Andrei é 2ª parte de Mendonça x Moraes Josias de Souza Trump fantasiado de Rambo é um problema Em comum, o fato de serem técnicos com grande currículo de clubes. Klopp e Zidane já ganharam a Liga dos Campeões por Liverpool e Real Madrid, respectivamente. A nova empreitada na carreira é com uma seleção. Assista aos jogos exclusivos da Copa da Rússia no UOL Play O movimento é parecido ao que Carlo Ancelotti fez com o Brasil e reforça uma tendência de grandes nomes embarcando em projetos com seleções de peso. O currículo badalado demanda investimento de peso por parte das federações. Tanto que Ancelotti recebe pouco mais de R$ 5 milhões mensais da CBF, algo cerca de cinco vezes mais do que destinava aos salários de Tite e Dorival Júnior, para citar técnicos brasileiros recentes que passaram pelo cargo. Thomas Tuchel, o alemão que treina a Inglaterra, é outro técnico com histórico de sucesso em clubes que já tinha migrado para o ritmo de seleção. Da crítica ao cargo Klopp já até tinha se aposentado da função de treinador e estava em um cargo de direção global de futebol na Red Bull. Mas a eliminação alemã na Copa diante do Paraguai, nos pênaltis, ainda no primeiro mata-mata, gerou a demissão de Julian Nagelsmann e a amoleceu o coração de Klopp para voltar à beira do campo. Continua após a publicidade O alemão viu de perto o fiasco nos Estados Unidos, atuou como comentarista e detonou o trabalho antecessor por não conseguir fazer um gol diante dos paraguaios. Quando assumiu a seleção, além de tratar o momento como auge de sua carreira, até estabeleceu um parâmetro claro com a imprensa: "Se vocês se comportarem mal e não deixarem minha família em paz, eu vou embora". Zizou: de Madri à seleção Antes da França, Zidane só treinou o Real Madrid. "Só". A última passagem terminou em 2021, sem, no entanto, repetir o sucesso do triênio 2015-16, 2016-17 e 2017-18. Foram três conquistas seguidas de Champions. A seleção francesa viveu um ciclo positivo com Deschamps, que foi campeão do mundo em 2018, vice em 2022 e semifinalista em 2026, quando já se sabia que estava de saída. Com uma geração forte, mas que perdeu para a Espanha no caminho, a Federação Francesa recorreu a um nome de peso, o maior craque a surgir desde Michel Platini e símbolo do primeiro título da Copa. O camisa 10 de 1998 entrou no lugar do capitão daquela conquista. Continua após a publicidade Jesus, a 'escolha perfeita' para CR7 Jorge Jesus não tem a mesma força no alto nível europeu. Mas é um técnico que tinha espaço no rentável mercado saudita e, claro, deixou saudade no Brasil quando passou pelo Flamengo. Agora, chega com respaldo de Cristiano Ronaldo para substituir Roberto Martínez, após a badalada geração portuguesa não ir além das oitavas de final da Copa, sendo eliminada pela futura campeã, Espanha. Jorge Jesus, técnico da seleção de Portugal Imagem: PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP "Uma escolha perfeita, pelas características que conhecemos. É uma nova era, com táticas diferentes, com um idioma diferente. O que mais desejo é que as coisas possam ocorrer da melhor maneira. Muitos dos jogadores que estão aqui já trabalharam com ele. Estamos todos confiantes e com esperança de que as coisas vão ocorrer bem. O Mister vai ficar muitos anos e tenho certeza que foi a melhor opção", disse Cristiano, confirmado como titular diante dos galeses. Jesus minimizou o clichê da mudança de rotina na transição de um técnico de clubes para a função de selecionador nacional. Sim, o termo lá fora é até diferente, vem da raiz da missão, que é escolher os melhores de cada país e montar a equipe com esses talentos. "Muitas pessoas dizem que ser selecionador não é ser a mesma coisa de ser treinador de um clube. Ao longo destes dois meses não tenho notado isso. Todos os dias estou na Federação, independentemente de não haver treinos, era o que fazia nos clubes. Em todos os meus clubes, chegava às 8h da manhã e o treino era às 17h, 18h. Há sempre trabalho para fazer. É isso que tenho feito, não tenho sentido nenhuma diferença", disse o Mister. Continua após a publicidade Para Klopp, é hora de aprender até um protocolo diferente: "Recentemente, durante a Supercopa, percebi: eu nem sabia que conhecia o hino nacional inteiro de cor! Isso foi uma novidade para mim. Não sei se ainda estou um pouco enferrujado, mas acho que está tudo bem. Não piso num campo de treino há dois anos e três meses. Mas é como andar de bicicleta, ainda está tudo lá", brincou o alemão, que tem sido elogiado pelos jogadores pela "energia" e o jeito que escolhe bem as palavras. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Prédio de 4 andares desaba no Morro do Cantagalo, no Rio; não há feridos Criadora 60+ recebe críticas por look 'jovem demais' na academia e rebate SP: PM sofre tentativa de roubo, dispara mais de 20 vezes e mata 1 suspeito A Fazenda: Parcial de enquete UOL mostra peoa com risco em 1ª roça Juiz dos EUA manda Trump liberar acesso de jornalistas à Casa Branca