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Rafael Lopes fala sobre o GP do Japão e as possíveis mudanças na Fórmula 1 2026 antes de Miami A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) divulgou, nesta sexta-feira (10), um estudo em que quantifica a importância dos trabalhadores voluntários na Fórmula 1. Entre outros dados inéditos, a entidade calculou que o “valor total de trabalho” destes funcionários em um ano seria de 13,2 milhões de euros (cerca de R$ 78 milhões, na atual cotação). Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp Pai de Max, Jos Verstappen crê em permanência do filho na F1 Projetista campeão da F1, Adrian Newey relembra início na equipe Fittipaldi Como os trabalhadores voluntários não recebem remuneração e se inscrevem para as provas da Fórmula 1 por conta própria, a FIA economiza este valor anualmente. De acordo com o estudo, 65% deles aproveitam os períodos de férias ou de folgas não-remuneradas em seus trabalhos para participar da categoria. 1 de 2 Fiscais limpam pista após vazamento de óleo em desfile de pilotos no GP de Las Vegas — Foto: Angela Weiss/AFP Fiscais limpam pista após vazamento de óleo em desfile de pilotos no GP de Las Vegas — Foto: Angela Weiss/AFP O relatório aponta um custo de 11,1 milhões de euros em uma temporada (cerca de R$ 65 milhões) para captar, treinar e fornecer condições de trabalho aos voluntários. No entanto, esta tarefa não é de responsabilidade da FIA, mas sim das federações nacionais. Saiba como é a rotina de um fiscal no GP de F1 no Brasil Os aspectos financeiros não foram os únicos abordados no estudo, realizado pela universidade da FIA com o envio de formulários às federações nacionais por e-mail. A pesquisa também revela que são necessários, em média, 838 voluntários para a realização de um grande prêmio - ao considerar toda a temporada, o total de pessoas é estimado em 20,112. No geral, a entidade estima que cada pessoa envolvida nesta tarefa em um fim de semana de corrida se dedica à atividade por 48 horas, em média. - É simples, sem voluntários não teríamos corridas. Sem a dedicação, profissionalismo e paixão deles, o esporte que amamos não existiria, e em primeiro lugar eu estendo meu obrigado a toda a comunidade de voluntários - disse Mohammed ben Sulayem, presidente da FIA. 2 de 2 Russell sai do carro com ajuda de fiscais após bater no GP da Austrália da F1 2024 — Foto: PAUL CROCK / AFP Russell sai do carro com ajuda de fiscais após bater no GP da Austrália da F1 2024 — Foto: PAUL CROCK / AFP A Federação Internacional de Automobilismo também ressaltou que a Fórmula 1 é a categoria que mais utiliza voluntários no automobilismo: são necessárias 42 pessoas para cuidar das necessidades de um piloto do grid. O número é bastante superior ao de outras categorias: no futebol, por exemplo, a proporção é de 0,31 para uma pessoa. Além disso, outra conclusão do estudo é de que a carga de trabalho dos voluntários aumentou em 20% nos últimos cinco anos, e dois terços deles estão na função há, no mínimo, cinco anos. Vale ressaltar que os dados obtidos pela FIA levam em conta o calendário com 24 corridas, como estava previsto para este ano. No entanto, as etapas do Bahrein e da Arábia Saudita, que seriam realizadas neste mês de abril, não vão ocorrer neste mês devido à guerra no Oriente Médio ; portanto, a competição tem 22 datas confirmadas até o momento. A próxima etapa da Fórmula 1 vai ser apenas no dia 3 de maio, data em que acontecerá o GP de Miami, nos Estados Unidos.