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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Na raça e na bola, Flamengo destrói bravatas e fogos do Racing Rodrigo Mattos Colunista do UOL 30/10/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Rojas e Arrascaeta disputam a bola durante Racing x Flamengo, jogo da Libertadores Imagem: JUAN MABROMATA / AFP Havia a promessa de "matar" o Flamengo, de deixar tudo na cancha, de um ambiente inesquecível. Ao final, quem entregou uma partida emblemática de Libertadores foi a equipe rubro-negra. O time carioca exibiu bola, tática e raça de acordo com o que se exigiu em cada momento. Não se intimidou em nenhum momento com o ambiente do El Cilindro. Nos primeiros 30min, o Flamengo foi senhor do jogo: chegou a ter mais de 60% de posse. A marcação pressão do Racing era falha e deixava espaços em suas costas. Josias de Souza Lula escapa da arapuca de Cláudio Castro por um triz Josmar Jozino CV extorque a população, e PCC faz 'assistencialismo' Daniela Lima PF mira cabeças do crime para resposta a curto prazo Letícia Casado Direita se une em pauta de segurança por 2026 Não por acaso o time carioca teve duas chances claras de gol, com Varela e Arrascaeta. Ambas foram salvas por Cambeses, goleiro que, diga-se, foi responsável por manter a semifinal viva pois já fizera outra defesas no Maracanã. O Racing apostava na bola longa pois lhe faltavam recursos para chegar tocando contra o rival. Sua melhor chance foi em cabeçada de Conechy defendida por Rossi. A volta para o segundo tempo até tinha um time argentino mais presente no campo ofensivo, usando seus parcos recursos ofensivos. Mas era pouco diante da melhor defensa brasileira atualmente composta por Léo Ortiz, Léo Pereira, Rossi e agregados. Faltava ao Flamengo mais presença ofensiva neste momento, mas sofria pouco. Até que houve o lance entre Rojo e Plata. A imagem disponível da Conmebol não permite tirar uma conclusão precisa. Parece ser injusta a expulsão visto que o equatoriano joga a mão para trás - sim, correu um risco. Mas, sem uma imagem de frente, é impossível ter certeza. Filipe Luís, que tinha ido bem no plano de jogo, foi rapidíssimo na substituição. Repetiu a armação bem-sucedida diante do Corinthians na última Copa do Brasil, com uma linha de cinco defensores ao promover a entrada de Danilo. Bruno Henrique brigaria só na frente. Continua após a publicidade E o Flamengo aí transformou uma boa partida em heróica. Para a imprensa argentina, que chamava o time de pecho frio, foi uma lição de como resistir com 11x10. O time foi organizado e brigou por cada bola. A quem veja esse tipo de atuação como discrepante do Flamengo atual, dominante, técnica. Mas o que se viu no El Cilindro é a essência do time rubro-negro desde que seus remadores naufragaram na Baía com o Pherusa e se salvaram em meio à tormenta. E o mesmo pode ser dito a respeito da torcida. De visitantes, os rubro-negros se fizeram ouvir em vários momentos, obviamente, puxados pela atuação de seu time. Ao final do jogo, era os únicos que cantavam. O técnico falastrão Gustavo Costas e o Racing acharam que iam assustar o Flamengo com fogos. Mas eram muitos fogos para pouca bola. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Lula escapa da arapuca de Cláudio Castro por um triz PCC presta 'assistencialismo' para ganhar apoio e CV extorque a população Mais da metade dos mortos em megaoperação no Rio são identificados Carros em promoção: veja ofertas do 'saldão de fim de ano' das montadoras Evangélica, nora de Marília Gabriela relembra ensaio sensual: 'Detestei'