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Análise dos Times

Motivo: A autora lamenta a eliminação do Fluminense, seu time do coração, indicando um sentimento de frustração com o resultado para este clube específico.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Vasco

Principal

Motivo: A autora demonstra grande admiração pelo trabalho de Diniz no Vasco, destacando a capacidade de Diniz em montar um time competitivo apesar das adversidades do clube.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Vasco Fernando Diniz Rayan Pedrinho

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Por que gosto do Dinizismo mesmo quando ele me dilacera Milly Lacombe Colunista do UOL 15/12/2025 13h23 Deixe seu comentário Fernando Diniz celebra durante semifinal da Copa do Brasil, entre Vasco e Fluminense Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF Carregando player de áudio Ler resumo da notícia O Vasco de Fernando Diniz eliminou o meu Fluminense da Copa do Brasil. Fui dormir chateada pelo Flu, ainda que feliz pelo Corinthians e, lá no fundo, outra vez encantada com o estilo de jogo que Fernando Diniz coloca em campo. O lugar comum de muitos que analisam o Dinizismo é dizer que ele faz uso de saídas de bola cheias de trocação. Eu coloco esse tipo de análise na conta da preguiça. Muitos outros estilos saem tocando a bola eventualmente. E o Dinizismo, embora saiba fazer isso, não faz sempre - como qualquer observador que viu os dois jogos entre Vasco e Fluminense pôde perceber. O Dinizismo fala sobre confiança e solidariedade. É um estilo que privilegia a intuição e o talento em detrimento de esquemas posicionais. É o futebol de rua organizado profissionalmente. Fala sobre criatividade mais do que sobre protocolos. Vence e perde, goleia e é goleado - mas acima de tudo pratica futebol. Amanda Klein Cassações de Eduardo e Ramagem testam Câmara Diogo Cortiz IA já muda a cabeça e o voto das pessoas Josias de Souza Aliados expõem na rua tática de Lula para 2026 Daniela Lima PGR vê corrupção no 1º caso sobre emendas Só o Dinizismo poderia colocar um Vasco retalhado em uma final de Copa do Brasil. Nada sobre o Vasco fora de campo pode ser considerado como exemplo. Um clube que vem sendo sucateado há vinte anos, que foi vendido em uma negociação para lá de suspeita e que hoje segue remendando seus pedaços. Diniz chega e diz: vendam tudo, vendam a sede se quiserem, mas não vendam o Rayan. O Vasco, desesperado por dinheiro, estava prestes a negociar seu talento. Mas Pedrinho teve o bom senso de escutar Diniz e Rayan ficou. Assim como qualquer outro sistema, o Dinizismo está em desenvolvimento. Muita coisa ainda pode mudar, mas sua base permanece: trata-se de uma filosofia que fala de pessoas e não de tática. E é justamente isso que desorienta alguns analistas acostumados a entender o futebol dentro de um tabuleiro de dados e métricas. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Filho de Rob Reiner é preso após assassinato dos pais 'Zambelli perdeu direitos políticos quando foi condenada', diz jurista Difícil manter a ereção? Veja 7 sinais que antecedem a disfunção erétil Cassações de Eduardo Bolsonaro e Ramagem são novo teste para Câmara Ministro diz a Tarcísio que inércia de agência poupa contrato da Enel em SP