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Esporte Futebol Painel da Fifa discute punir atletas que taparem boca após acusação de Vini Do UOL, em São Paulo (SP) 19/02/2026 14h05 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Vini Junior, do Real Madrid, e Gianluca Prestianni, do Benfica, em partida pela Liga dos Campeões Imagem: Eric Verhoeven/Soccrates Images/Getty Images Após a acusação de racismo praticado contra Vinicius Júnior em um jogo da Liga dos Campeões, um painel da Fifa formado por ex-jogadores discute a possibilidade de punir atletas que cobrirem a boca para esconder xingamentos durante jogos. A ação é comum entre jogadores para evitar a leitura labial. O que aconteceu Vinicius Júnior acusou Gianluca Prestianni, do Benfica, de racismo. O atacante argentino colocou a camiseta em frente à boca durante discussão com o brasileiro, que se revoltou e correu até o árbitro para realizar a acusação. O camisa 25 do Benfica nega. Jogadores do Real Madrid dizem ter ouvido argentino chamar Vini de 'macaco'. Um deles foi Kylian Mbappé, que deu entrevistas após a partida e afirmou que Prestianni teria proferido o insulto racista "cinco vezes". Sakamoto 'Defesa' da família mobiliza; soltar Bolsonaro, não Milly Lacombe Marta, a mulher que estendeu o horizonte Sílvio Crespo É o fim do CDB como um investimento seguro? Gustavo Miller Como Bad Bunny fez o Brasil se reconhecer latino Painel de Voz aos Jogadores da Fifa discute punições. Segundo Mikaël Silvestre, ex-defensor do United e da seleção francesa, o grupo formado por ex-jogadores já busca possíveis soluções para casos como o da última terça-feira. Nosso grupo de WhatsApp estava bombando ontem à noite e até hoje de manhã. Estamos tratando de buscar vias para sancionar os jogadores que taparem a boca. Uma coisa é falar de algo tático com companheiros ou ter uma discussão casual, mas estava claro o ódio de um jogador a outro. Possivelmente, vamos precisar sancionar este tipo de conduta, se você coloca a mão em frente à boca ou cobre com a camisa, como ele (Prestianni) fez. Mikaël Silvestre, ex-defensor do United e da seleção francesa, à Sky Sports Formiga, ex-jogadora da seleção brasileira, faz parte do Painel de Voz aos Jogadores da Fifa Imagem: Pryscilla Kacilda/UOL O painel conta com 16 ex-jogadores e jogadoras, como Didier Drogba, Emmanuel Adebayor, Blaise Matuide, George Weah e até a brasileira Formiga, além de Silvestre. Segundo a Fifa, o grupo tem o objetivo de "monitorar e aconselhar sobre a implementação de iniciativas e ações" contra o racismo. O ex-defensor da seleção francesa também disse que é difícil para o árbitro provar o que aconteceu para que haja uma investigação rápida. "Acho que desta vez há algumas testemunhas. Mbappé se apresentou e disse que ouviu claramente o que o jogador falou. Pelo menos neste caso, podemos ter depoimentos", afirmou. O jogo de volta é em sete dias, e se for possível provar algo, o jogador (Prestianni) não deveria atuar. Deveria haver uma grande suspensão, ir a um programa de educação porque este tipo de conduta não é possível. Mikaël Silvestre, ex-defensor do United e da seleção francesa Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Onde vai passar Lanús x Flamengo pela Recopa Sul-Americana? Como assistir ao vivo TCU arquiva pedido de investigação sobre festas de Vorcaro com autoridades Corinthians tem Memphis titular no sintético contra o Athletico; veja times Bolsonaro define Carlos e Carol de Toni em SC e dificulta aliança com PP São Paulo não vai negociar Alisson, diz Rui Costa