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Análise dos Times

Corinthians

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Motivo: A matéria foca na proposta de reforma estatutária do clube, apresentando os detalhes e motivações da iniciativa de forma informativa e equilibrada, sem demonstrar favoritismo.

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Palavras-Chave

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Corinthians Bolsonaro Bayern de Munique Tarcísio Lei em Campo Herói Vicente

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Reportagem Esporte Reforma do Corinthians propõe novo colégio eleitoral e regras de governança Gabriel Coccetrone Repórter 19/11/2025 09h36 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia O Conselho Deliberativo do Corinthians recebeu uma proposta de reforma estatutária que pode alterar de forma significativa a estrutura de participação política do clube. O texto, elaborado pelo Departamento de Expansão e Inovação, apresenta a criação da categoria "Sócio-Investidor", que permitiria ao torcedor votar exclusivamente para presidente e vice-presidentes da diretoria. De acordo com o documento, do qual o Lei em Campo teve acesso, a nova modalidade "busca democratizar o acesso aos direitos associativos e ampliar a base de contribuição financeira do clube, permitindo que torcedores de todo o Brasil e do exterior participem das decisões relevantes da vida corinthiana". A medida busca ampliar o engajamento dos torcedores do Corinthians e gerar novas fontes de receita, em um modelo inspirado em experiências europeias, como a do Bayern de Munique, da Alemanha. Marco Antonio Sabino Todos esperam o encontro de Tarcísio e Bolsonaro Sílvio Crespo Master: é seguro investir em CDB de bancos? Ana Carolina Amaral China freia mapa dos combustíveis fósseis Maria Prata Quando estar nas redes vira parte do trabalho "A proposta do 'Sócio-Investidor' foi concebida como um instrumento de fortalecimento financeiro, modernização institucional e ampliação democrática do Corinthians. A ideia central é permitir que milhares de torcedores que hoje não possuem nenhuma porta de entrada para participar da vida política do clube possam fazê-lo de maneira transparente, regular e sustentável. A contrapartida financeira — a chamada joia — não é um filtro econômico, mas um mecanismo tradicional de categorias associativas, destinado exclusivamente ao equilíbrio orçamentário. O modelo é aberto, geral e prospectivo, funcionando como qualquer outra categoria prevista no Estatuto", afirma o advogado Herói Vicente, um dos autores da proposta. A inovação vem acompanhada de regras mais rígidas de integridade eleitoral. O projeto veda o pagamento de mensalidades por terceiros, proíbe o uso de promessas de patrocínio como moeda política e reforça inelegibilidades semelhantes às da "Lei da Ficha Limpa" do setor público. Também prevê voto eletrônico com biometria facial, buscando garantir rastreabilidade e segurança na apuração do pleito. O ponto mais sensível é a criação de uma contribuição extraordinária, a chamada "joia", que permitiria a novos associados votar já nas eleições de 2026. Apesar de prevista apenas em caráter transitório, a medida pode ser interpretada como potencial fonte de contestação, por vincular o exercício do voto a um pagamento adicional, levando ao risco de judicialização. Do ponto de vista estrutural, a proposta avança em governança, reforça controles e moderniza o processo eleitoral. Contudo, a solução excepcional para o pleito de 2026, ainda que apresentada como instrumento de recuperação financeira, é o elemento que pode gerar mais debate político e jurídico entre os conselheiros. Além dessa questão, a proposta também traz um movimento relevante de profissionalização interna. Ao ampliar a base associativa votante, reforçar controles e criar mecanismos claros de integridade, o clube se aproxima de padrões modernos de governança adotados por entidades esportivas internacionais. A possibilidade de gerar novas receitas recorrentes — ainda em valores apenas exemplificativos — também é vista como um instrumento para melhorar a liquidez, reduzir dependências conjunturais e oferecer um caminho de sustentabilidade financeira para um projeto que, se ajustado em seus pontos sensíveis, pode representar um avanço institucional no Corinthians. "Do ponto de vista prático, o 'Sócio-Investidor' reúne três pilares: (i) contribuir para o saneamento financeiro do clube; (ii) criar uma comunidade nacional de torcedores participantes, reduzindo a distância entre o Corinthians e sua base social; e (iii) ampliar o universo eleitoral de forma responsável, sem casuísmos ou privilégios circunstanciais. A data estimada para início da adesão é apenas uma referência técnica e poderá ser alterada até a reunião do Conselho Deliberativo. Trata-se de uma proposta estrutural, pensada para o longo prazo, que busca alinhar o Corinthians às melhores práticas de governança observadas nos grandes clubes do mundo", finaliza Herói Vicente. Continua após a publicidade O projeto agora segue para análise das comissões internas antes de eventual votação. Nos siga nas redes sociais: @leiemcampo Este conteúdo tem o patrocínio do Rei do Pitaco. Seja um rei, seja o Rei do Pitaco. Acesse: www.reidopitaco.com.br . Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Lei em Campo por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Menor país das Copas e sem nativos, Curaçao faz história como 'Holanda B' Universidade cede patente e curativo de pele de tilápia chegará a hospitais Operação para unir Master e BRB teve Rueda e Ciro Nogueira como padrinhos Cinco municípios de SP investiram R$ 218 milhões no Banco Master Diretora de escola alvo de PM por orixá em aula pede licença médica