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Análise dos Times

Bragantino

Principal

Motivo: O artigo destaca a eficácia do Bragantino e o descreve como tendo uma 'performance digna de nota', mesmo quando o Fluminense pressiona. O tom é de admiração pela capacidade do time de converter as chances.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: O Fluminense é retratado como 'atarantado', com a defesa sendo um 'queijo suíço' e a equipe batendo recorde de sofrer gols no início das etapas. O tom é de frustração e incredulidade com a performance defensiva.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Renato Gaúcho Fluminense Canobbio Bragantino Nonato Guilherme Jhon Jhon Soteldo Guga Vanderlan Laquintana Cleiton Lucho Acosta Hércules Davi Gomes Sasha Manoel Mosquera Borba Vitor Fuentes Santi Moreno Praxedes

Conteúdo Original

Aos 3 minutos, em Bragança, Laquintana evitou que a bola saísse pela linha e a cruzou para Jhon Jhon fazer 1 a 0. No minuto seguinte, o uruguaio lançou Sasha que fez 2 a 0. Foi tudo que o Bragantino fez no primeiro tempo contra o atarantado Fluminense. Precisava fazer mais? Sim, porque aos 46 o Flu achou seu gol com Hércules, em boa jogada de Canobbio na linha de fundo. O segundo tempo responderia, mas, a julgar pelo que o Flu não fez nos 45 minutos iniciais, parecia nem ser preciso até que se deu o 1 a 2. Depois de sete jogos sem vitória e seis derrotas seguidas, o Braga voltava a vencer e complicar o sonho tricolor de se aproximar do topo da tábua. Mas o tricolor estava no jogo como havia deixado de estar em quatro fulminantes minutos. Renato Gaúcho deve ter alertado o time no intervalo para não bobear no reinício do jogo. Se o fez, foi em vão. No segundo minuto, Vanderlan cruzou na perfeição da esquerda e Laquintana, cansado de dar passes para os gols, fez o dele, o do 3 a 1. O Fluminense batia o recorde mundial de sofrer gols em começos de etapas. Renato só não foi chorar em seu quarto porque Bragança Paulista fica a 450 quilômetros da casa dele no Rio de Janeiro. Desanimador, de fato. Se a defesa carioca, porém, estava um queijo suíço, o ataque estava guerreiro como gosta a torcida. Aos 17 minutos o Fluminense voltou outra vez à partida. Chute potente e cruzado de Guga resultou em rebote de Cleiton do qual Lucho Acosta se aproveitou para diminuir: 3 a 2. O fantasma da invencibilidade reversa do Braga novamente se fez presente. Nonato e Soteldo foram em busca do empate e Manoel e Canobbio saíram, aos 29. Seis minutos antes o Braga já havia sacado Sasha e Laquintana para Mosquera e Borba jogarem e, no intervalo, trocado Praxedes por Davi Gomes. Aos 32, saiu Vanderlan e Gulherme entrou a tempo de ver dentro de campo o 4 a 2, de Davi Gomes, em contra-ataque que Guga não pode interromper porque escorregou. Gomes cavou com frieza sobre Vitor, o recordista mundial em número de jogos. Um minuto antes Fuentes tinha desperdiçado o empate em cabeceio bizarro ao receber de Soteldo. Aí Acosta foi-se e Santi Moreno. Diga-se que o Flu insistiu até o fim e que o Braga foi de uma eficácia digna de nota, embora, no fim do jogo, tenha perdido dois gols em contra-ataques. Não era dia do quarto colocado na Copa do Mundo de Clubes e o Braga tirava a barriga da miséria.