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Futebol Senegal diz que taça da Copa Africana não sairá do país; zagueiro provoca nas redes 18/03/2026 09h42 Deixe seu comentário Moussa Niakhaté, de Senegal, provoca após retirada de título da Copa Africana de Nações Imagem: Reprodução/Instagram/@niakhate Secretário geral da Federação Senegalesa de Futebol (FSF), Abdoulaye Sow afirmou que a taça da Copa Africana de Nações "não deixará o país" após a Confederação Africana de Futebol retirar o título da seleção senegalesa e entregá-lo ao Marrocos . "O presidente da FSF está conversando com todos os envolvidos. A batalha está longe de estar perdida. Senegal tem o direito e a vitória com ele. A taça não sairá do país", afirmou ao jornal Le Soleil A federação irá recorrer à Corte Arbitral do Esporte (CAS): "A Federação Senegalesa de Futebol denuncia uma decisão injusta, sem precedentes e inaceitável, que desacredita o futebol africano", afirmou em um comunicado divulgado nas redes sociais. Josias de Souza Lulinha virou ativo da oposição Chico Barney Falta responsabilidade afetiva para Ancelotti? Helio de La Peña O humor é preterido pelos próprios colegas de teatro Aline Sordili IA transforma esportes em infraestrutura de dados "Para a defesa dos seus direitos e dos interesses do futebol senegalês, a Federação apresentará, no prazo mais breve possível, um recurso de apelação ao CAS em Lausanne", acrescenta a nota. Já o zagueiro Moussa Niakhaté provocou em suas redes sociais ao compartilhar fotos com a taça e a medalha da Copa Africana. "Venha buscá-los! Eles são loucos" e "Isto não é I.A. é real". Entenda o caso O comitê de apelações da Confederação Africana de Futebol (CAF) retirou o título conquistado pelo Senegal e declarou Marrocos o país vencedor, anunciou a entidade máxima do futebol africano na noite de ontem (17). A CAF decidiu assim "declarar a seleção do Senegal excluída durante a final" vencida por 1 a 0 pelos senegaleses, "com o resultado oficialmente registrado como 3 a 0" a favor da seleção marroquina, explica o comunicado. No dia 18 de janeiro, durante a final da Copa Africana de Nações em Rabat, no Marrocos, os 'Leões de Teranga' venceram um jogo caótico por 1 a 0. Continua após a publicidade Relacionadas 'Escândalo global': Europeus criticam título para rival do Brasil na Copa Rival do Brasil na estreia da Copa 'ganha' título após polêmica em final Com bênção de Infantino, CAF mancha título da Copa Africana de Nações Após um pênalti marcado para a seleção marroquina nos acréscimos do segundo tempo, logo depois de um gol do Senegal ter sido anulado, alguns jogadores senegaleses deixaram brevemente o campo antes de retornarem, enquanto torcedores revoltados tentaram invadir o gramado e atiraram objetos. Depois que o ponta marroquino do Real Madrid , Brahim Díaz, perdeu a penalidade, cobrada com uma cavadinha, a partida foi para a prorrogação, que o Senegal venceu graças a um gol de Pape Gueye. O comitê de apelações da CAF justificou sua decisão com base nos artigos 82 e 84 do regulamento da CAN, que estabelecem que, se uma equipe "se recusar a jogar ou abandonar o campo antes do apito final, será considerada perdedora e eliminada definitivamente da competição". Em comunicado, a Federação Marroquina de Futebol afirmou que sua iniciativa "nunca teve a intenção de questionar o desempenho esportivo das equipes participantes desta competição, mas apenas de solicitar a aplicação do regulamento". Uma fonte próxima à Federação Marroquina de Futebol lembrou à AFP um precedente em outra competição africana. Em 2019, o Espérance Sportive de Tunis foi declarado campeão da Liga dos Campeões da CAF, três meses após os jogadores do Wydad Casablanca terem abandonado o campo durante a final em protesto contra uma decisão do VAR. Continua após a publicidade No final de janeiro, o órgão disciplinar da CAF, sem, portanto, questionar o resultado final daquela partida, impôs uma série de sanções disciplinares, incluindo multas que somam centenas de milhares de euros, às federações de ambos os países por conduta antidesportiva e violações dos princípios do fair play. A audiência de apelação de 18 torcedores senegaleses, presos desde a final e condenados a penas de prisão entre três meses e um ano por vandalismo, que estava marcada para segunda-feira, foi adiada para 30 de março. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Josias: Convocação de Valdemar faria mais sentido que a da ex de Vorcaro Meghan costuma interromper Harry e 'sumir' de reuniões, diz revista Tenente-coronel vira réu por feminicídio de esposa PM em SP Cruzeiro acerta salários com Arthur Jorge; PVC revela bastidores do acordo Alanis Guillen termina namoro após supostas falas preconceituosas da ex