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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Palmeiras campeão! Vítor Roque faz Abel e Gustavo Gómez maiores da história Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 08/03/2026 22h37 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Vitor Roque, do Palmeiras, celebra gol sobre o Novorizontino, na final do Paulistão Imagem: Joisel Amaral/AGIF O Palmeiras ostentou sua fibra, porque era impossível jogar no gramado encharcado de Novo Horizonte. O mais certo a fazer era adiar o jogo por um dia. Como a decisão era praticamente impossível, dados os interesses de patrocinadores e emissoras de televisão, o mais certo a fazer era ganhar a decisão. Mauro Cezar Fla-Flu ruim tem emoção só nos pênaltis Josias de Souza Haddad, o perdedor predileto de Lula em SP Igor Gielow Teocracia do Irã agora veste farda Mariana Sanches O cálculo eleitoral da guerra no Irã para Trump O Palmeiras começou a fazer isso muito cedo, em falta sofrida por Andreas Pereira, cobrada por ele mesmo, cabeceada por Gustavo Gómez, para chute na trave de Marlon Freitas. No rebote, Murilo fez 1 x 0 aos sete minutos. Prêmio para Murilo, criticado como se não fosse mais zagueiro para o clube do Parque Antarctica e que fez um Paulista quase impecável, após duas rodadas irregulares. O Novorizontino se adaptou melhor ao gramado e o Palmeiras não conseguiu tirar a bola de seu campo de defesa por trinta minutos seguintes ao seu gol. Bolas vadias subindo à grande área até que Piquerez caiu perto de Carlos Miguel. O goleiro segurou a bola e a largou inocentemente, como se fosse Rodolfo Rodriguez diante de Ronaldo Fenômeno, no Mineirão, em 1993. Matheus Bianqui, destaque do Novorizontino na primeira etapa, meteu o pé na bola e ela escorreu para o fundo da rede. O Palmeiras melhorou um pouco nos dez minutos finais do primeiro tempo, mas só foi jogar com entendimento do pântano em que se praticava a partida depois do intervalo. Vítor Roque, então, tornou-se um tigre, não tigrinho. Conseguiu driblar no campo molhado, levar de vencida lances em velocidade, teve raça, disposição, fez o gol do título, quase sofreu um pênalti. Continua após a publicidade A taça é a 11a primeira de Abel Ferreira, agora oficialmente o técnico mais vencedor da história palmeirense, com um título a mais do que Osvaldo Brandão. Só que em uma única passagem. Brandão ganhou dez títulos nas quatro vezes em que foi treinador no Parque Antarctica, entre 1947 e 1980. Também é o 13o troféu de Gustavo Gómez, recordista de títulos, mais do que Ademir da Guia (11), Raphael Veiga (11), Wéverton (12), Dudu (12). O Paulista acaba com o risco de passar o segundo ano seguido sem títulos e pode iniciar uma trajetória vitoriosa de uma equipe que nasceu mesmo no Campeonato Brasileiro do ano passado. O time reconhecido como terceira Academia acabou com as saídas de Marcos Rocha, Zé Rafael, Dudu, Rony, Gabriel Menino, Estêvão, Wéverton e Raphael Veiga. O novo time precisava da afirmação. Tem o título conquistado com gol do título do jogador mais caro de sua história. Vítor Roque, a partir de agora, é mais do que uma cifra. É história de um campeonato conquistado. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Vitor Roque decide, Palmeiras vence o Novorizontino e é campeão paulista 'Novo Palmeiras' tira zica de 2025 e busca reviver começo da era Abel Adolescente perseguiu irmã da vítima após estupro coletivo no Rio, diz avó Taça do Paulista consagra Abel e batiza novos campeões no Palmeiras Verdão lava a alma com a volta do grito de campeão