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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: Relata crise, derrota e zona de rebaixamento, mas dá voz à defesa do presidente e aos esforços financeiros do clube.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Motivo: Menção factual à virada nos minutos finais, sem elogios ou críticas ao desempenho do time.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção factual à vitória que contribuiu para a queda do Corinthians para a zona de rebaixamento.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção factual sobre possibilidade de superar o Corinthians na tabela até o fim da rodada.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Vasco Grêmio Corinthians Internacional Campeonato Brasileiro Caixa Econômica Federal Osmar Stabile São Januário Clarence Seedorf

Conteúdo Original

O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, afirmou que não há culpados pela fase ruim da equipe e defendeu a união entre os profissionais do clube para reverter a situação. Após a derrota por 3 a 2 para o Vasco, neste sábado, em São Januário, o dirigente atribuiu os resultados negativos à falta de eficiência nas finalizações. "Temos que trabalhar todos juntos, os atletas, o Seedorf, o departamento técnico, o diretor de futebol, para sairmos desta situação. Não existe culpado, a culpada é a bola, que não está entrando. Contra nós, toda bola entra", disse. A declaração ocorre em meio à pressão sobre o Corinthians, que sofreu a virada nos minutos finais diante do Vasco, mesmo após abrir vantagem no placar e entrou na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. O resultado marcou a estreia de Clarence Seedorf no comando técnico da equipe. Veja também: Todas as notícias da Gazeta Esportiva Canal da Gazeta Esportiva no YouTube Siga a Gazeta Esportiva no Instagram Participe do canal da Gazeta Esportiva no WhatsApp Além de comentar o momento dentro de campo, Stabile abordou as dificuldades financeiras enfrentadas pelo clube desde que assumiu a presidência. O dirigente afirmou que o Corinthians gastou quase R$ 200 milhões com transfer bans e impostos atrasados, além de citar pagamentos à Caixa Econômica Federal. "Peguei no último ano, o clube em uma situação difícil. Tivemos aquela 'herança maldita' que recebemos, vários transfer bans que tivemos que pagar. Isso não justifica, mas passamos por esta situação. Gastamos quase 200 milhões em transfer bans e impostos atrasados. Atrasamos alguns para podermos colocar em dia agora. Fora isso, pagamos também à Caixa Econômica Federal, que tirou muitos recursos do Corinthians e dificultou muito os pagamentos que teríamos que fazer agora", declarou. "Trabalho das oito horas da manhã até meia-noite para buscarmos recursos. Tem compromissos, tem transação, dinheiro da RCE. Temos que buscar vários recursos para pagarmos os compromissos que foram assumidos. Sabia da situação e resolvi enfrentar", finalizou. Com a vitória do Internacional mais cedo, o Corinthians precisava da vitória para se safar da zona de rebaixamento. Agora, a equipe alvinegra ocupa a 17ª colocação do Brasileirão com 33 pontos e ainda pode ser superada pelo Grêmio até o final da rodada.