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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: A matéria foca em uma investigação que afeta a gestão financeira do estádio do Corinthians, mas o tom é jornalístico e informativo, sem juízo de valor sobre o clube em si. A análise recai sobre a gestora do fundo.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Neo Química Arena Caixa Econômica Federal Duílio Monteiro Alves PCC Ministério Público de São Paulo Reag Polícia Federal Cássio Conserino Arandu

Conteúdo Original

Tá na Área: Gabriel Oliveira informa sobre dívidas, transfer bans e janela do Corinthians O Ministério Público do Estado de São Paulo pediu para a Polícia Federal investigar a contratação e atuação da Reag, atualmente chamada Arandu, como gestora do fundo financeiro para administração da dívida da Neo Química Arena. + Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp O promotor Cássio Conserino, responsável por investigações a ex-presidentes do Corinthians , enviou ofício à Superintendência de São Paulo da PF, nesta terça-feira, requisitando a instauração de inquérito policial para apurar as circunstâncias e a regularidade da nomeação da Reag como administradora do fundo, bem como a sua atuação. No pedido, o promotor cita que a Reag é alvo da operação "Carbono Oculto", que investiga possíveis fraudes, crimes financeiros e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, em um esquema com ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). 1 de 1 Neo Química Arena antes de Corinthians x Vasco — Foto: Gabriel Oliveira Neo Química Arena antes de Corinthians x Vasco — Foto: Gabriel Oliveira Mais notícias do Corinthians : + SAFiel apresenta proposta para quitar Arena e pagar transfer ban + Timão descarta bet própria e deve renovar com patrocínio máster A empresa, que se define em seu site como a maior gestora financeira independente do Brasil, também aparece em apurações do Banco Central sobre irregularidades no Banco Master, que teria usado fundos administrados Reag no esquema fraudulento. A Reag assumiu a gestão do fundo que administra a dívida do Corinthians com a Caixa Econômica Federal pela construção da Neo Química Arena em 2022, depois de uma renegociação assinada pelo ex-presidente Duílio Monteiro Alves Hoje, o Corinthians tem dívida de R$ 655 milhões pelo financiamento para construção do seu estádio, como parte do endividamento total de R$ 2,7 bilhões do clube. Conforme o ofício do promotor à PF, "a concentração de vultuosos fluxos financeiros em fundo gerido por empresa sob investigação criminal configura elemento indiciário suficiente e justa causa para investigação formal com o objetivo de verificar eventual utilização de estrutura financeira como instrumento de ocultação, dissimulação de origem ou integração de valores ilícitos ao sistema econômico formal". — Esses fatos são, em tese, graves e demonstram um eventual risco sistêmico financeiro. Referida investigação não se confunde com gestão esportiva ou administrativa do clube, mas incide sobre fluxos financeiros, governança de fundo e eventual infiltração criminosa nesse cenário — escreveu o representante do MP. O promotor pediu a investigação à PF porque o caso envolve a Caixa, uma instituição federal com utilização de recursos públicos, e possível repercussão interestadual e transnacional das operações financeiras. + Leia mais notícias do Corinthians 🎧 Ouça o podcast ge Corinthians🎧 + Assista: tudo sobre o Corinthians na Globo, sportv e ge 50 vídeos