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O dia do Botafogo teve a defesa outra vez sob os holofotes — e não por bons motivos. A derrota por 3 a 0 para o Internacional deixou o time com 51 gols sofridos, a segunda pior marca do Brasileirão; no recorte de cinco jogos de Tite, foram oito gols contra e apenas uma vitória. O alvinegro segue em 11º, com 39 pontos, num campeonato em que cada falha defensiva faz crescer o ruído da preocupação. [fonte 1] [fonte 2] Na sala de reuniões, porém, houve uma virada importante: o clube social passou a deter 99,18% das ações da SAF, depois que a Eagle Bidco não exerceu o direito de preferência. O movimento deixa o caminho mais simples para uma possível venda à GDA Luma, de Gabriel de Alba, enquanto a operação do futebol, segundo o comunicado, deve seguir sem mudanças. [fonte 3] Agora, o calendário não oferece intervalo para respirar: o Botafogo visita o Remo em Belém, pressionado a somar pontos e com baixas no meio-campo. Danilo ficou fora por dores musculares, e Álvaro Montoro está suspenso; do outro lado, o Remo também luta contra o rebaixamento, com 26 pontos. A partida ganha ares de decisão para dois times que chegam feridos por derrotas recentes. [fonte 4] [fonte 5] Entre o presente tenso e as contas do passado, Cidinho acionou o clube na Justiça, atribuindo ao Botafogo as lesões que, segundo ele, encerraram sua carreira precocemente e pedindo indenização. E uma velha rusga voltou à conversa: Marlon Freitas e Tucu Correa, ex-companheiros no Glorioso, devem se reencontrar em lados opostos na final da Libertadores, depois de um desentendimento que atravessou o campo e chegou perto do túnel dos vestiários. [fonte 6] [fonte 7]