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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Como vencer a França, a missão 'quase impossível' da Espanha Mauro Cezar Pereira Colunista do UOL, em Atlanta (EUA) 14/07/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Rodri: peça fundamental da Espanha Imagem: Jose Breton/Pics Action/NurPhoto via Getty Images A Espanha pode vencer a decantada e fortíssima França? Claro, afinal, trata-se da campeã europeia. Mas como? Essa é a pergunta que circula há dias entre debatedores futebolísticos nos mais variados idiomas. O confronto colocará frente a frente duas das mais fortes equipes da Copa do Mundo, que será decidida domingo, em Nova Jersey, com a presença de uma dessas seleções. E levar a campo uma estratégia perfeita é o desafio espanhol. Apostar em sua principal virtude parece ser o caminho para o time, que costuma ter controle absoluto do jogo por intermédio da posse de bola. Sob o comando de Luis de la Fuente, tem sido o que melhor circula a pelota, mantendo a posse acima de 60% a 65%. Se conseguir tal marca, poderá desgastar os adversários, que costumam ter dificuldades quando são obrigados a correr muito tempo sem a bola. O meio-campo formado por Rodri, Pedri e Fabián Ruiz pode, sim, ditar o ritmo. Explorar as lacunas na defesa francesa é outro passo importante. Apesar de forte fisicamente, a França apresenta vulnerabilidades e problemas de posicionamento quando pressionada no meio-campo. A Espanha pode usar a velocidade de Lamine Yamal para criar desequilíbrios, obrigando os zagueiros franceses a saírem de posição. Se mantiver a linha de meio-campo alta, reduzirá o espaço para Mbappé e seus companheiros atuarem. Sakamoto Não é o Porsche que mata, mas a bolha de ostentação Chico Barney O erro da CazéTV foi amar demais (a Argentina) Alicia Klein Mbappé tem a aura dessa Copa do Mundo PVC Os franceses chegaram ao Texas para a semi da Copa A superioridade técnica no meio-campo tem tudo para ser o grande diferencial. Enquanto a França se apoia muito em individualidades, a Espanha tem um coletivo mais desenvolvido. Rodri comanda, com sua capacidade de superar linhas de pressão e iniciar as jogadas. Se neutralizar o meio-campo francês, proporcionará dificuldades para o oponente sair jogando e criar suas chances. A estratégia de contra-ataque é outra arma possível, uma característica que pode ser levada a campo, apesar de a Espanha ser uma equipe de posse. A aposta seria em transições rápidas. Há ainda o fator psicológico. A geração atual espanhola joga com enorme confiança e sem complexo de inferioridade diante dos franceses. Se conseguir entrar concentrada e mantiver o padrão tático durante os 90 minutos, estará mais perto da final. Mas e quanto à França, como reagir diante das virtudes dos campeões europeus? O antídoto passa pelo controle emocional e intensidade física. Para neutralizar o jogo de posse do oponente, precisará pressionar alto e de forma coordenada, especialmente sobre Rodri, pelo seu papel estratégico. Mbappé e Dembélé são armas de contra-ataque em potencial. Além de acioná-los, os franceses deverão caprichar na saída de bola e sustentar a compactação defensiva para quebrar o ritmo espanhol. Siga Mauro Cezar no X Siga Mauro Cezar no Instagram Siga Mauro Cezar no Facebook Continua após a publicidade Inscreva-se no Canal Mauro Cezar no YouTube Siga Mauro Cezar no Threads Siga Mauro Cezar no BlueSky Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Mauro Cezar Pereira por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora 'Total solidariedade' a Michelle e Damares por ofensas machistas, diz Janja Trump deve atacar urnas digitais em pronunciamento à nação, diz agência Padre do DF rejeita excomunhão do Vaticano e diz que seguirá com missas EUA atacam Irã pela 3ª noite seguida; Teerã mira aliados de Trump Resumo da novela 'Quem Ama Cuida' da semana: capítulos de 14/7 a 18/7