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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: O artigo elogia a atuação ofensiva e o entrosamento do time, destacando o bom desempenho de vários jogadores. O viés positivo é evidente na narrativa da partida.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: O Santos é retratado como um time apático e sem reações, engolido pelo adversário. A melhora só ocorreu quando o Corinthians cansou, e o empate é atribuído a uma falha individual.

Viés da Menção (Score: -0.4)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Santos Neymar Milly Lacombe Dorival Gabigol Hugo Souza Yuri Alberto

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Corinthians se divertia na Vila de Neymar até Hugo Souza estragar a festa Milly Lacombe Colunista do UOL 22/01/2026 21h31 Deixe seu comentário Yuri Alberto comemora gol marcado pelo Corinthians durante jogo contra o Santos pelo Paulistão Imagem: Jota Erre/AGIF Carregando player de áudio Ler resumo da notícia A imagem do time do Corinthians saindo para o intervalo disse bastante coisa a respeito do clássico na Vila. Jogadores juntos, trocando uma ideia e rindo como se estivessem saindo de uma pelada. Nesse momento, o placar era de um a zero e, até ali, o que víamos era um passeio do Corinthians em Santos. Dorival foi bem na escalação. Deixou Raniele fazendo a proteção à zaga, Matheus Pereira e André Luiz apoiando pelos lados, Bidon e Carrilo no ataque, os laterais livres para atacar e Yuri Alberto flutuando como bem quisesse. Funcionou. O Santos não sabia como reagir à ofensividade corintiana. No camarote, ainda se recuperando de procedimento no joelho, Neymar fazia o seu teatro de torcedor incentivando o time. Em campo, Yuri Alberto, o incansável, fazia de tudo. Sofreu um pênalti e cobrou para fora. Minutos depois, articulou jogada no ataque, bola para lá e para cá e, por fim, o próprio Yuri acabou finalizando com precisão. Gol. Corinthians um a zero e Yuri calando a Vila que um dia foi sua. Juca Kfouri Yuri Alberto e Gabigol vilões e heróis Sakamoto Constrangimento do STF com Toffoli tem limites? Josias de Souza Toffoli torna-se matéria-prima para PF e CPI Joildo Santos TikTok valida o que favelas sempre souberam O Corinthians estava se divertindo em campo. Aquela sensação de um jogo bom ao lado de amigos. Vamos para o ataque. Vamos fazer mais gols. Garro entrou antes da metade do segundo tempo. E o time seguiu atacando. Zonzo, o Santos pouco oferecia. A partir da metade do segundo tempo o Corinthians cansou e o Santos melhorou. Yuri, o nome do jogo, se mandou para a defesa para tirar bolas como conseguia. Vojvoda colocou o time para frente e a partida ficou mais equilibrada. Dorival tirou Matheus Pereira e colocou Charles para reforçar a marcação. Bidu e Matheuzinho se soltavam nos contra-ataques e na arquibancada a torcida santista tentava, acanhadamente, incentivar - como pediu Neymar. O Corinthians foi muito bem. Yuri e Raniele entregaram uma partida perfeita. E o Santos de Neymar sem Neymar foi engolido na Vila. Mas aí surge Hugo Souza falhando bisonhamente em batida de falta nos acréscimos. Gabigol cobrou e Hugo aceitou. Um a um. Justo? Não. Nem um pouco. Mas é o futebol. Falhas custam. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Trump diz que mandou navios militares ao Irã, mas espera evitar ataques Gaúcha é presa por injúria racial na BA e exige falar com delegado branco Fachin defende Toffoli em caso Master e diz que STF não se curva a ameaças Preparador de elenco mostra reação de Wagner Moura após indicação ao Oscar Prefeito flagra homem casado em ato sexual com mulher em situação de rua