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Análise dos Times

Motivo: Mencionado apenas como o clube de um jogador, sem juízo de valor sobre o time.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como clube de jogadores, sem comentários que indiquem viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Apenas citado como clube do jogador Jorginho, sem juízo de valor.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo São Paulo Jorginho Palmeiras Manchester City Matheus Nunes Estados Unidos México Paraguai Portugal Olympique de Marselha Maurício Atlético de Madri Inter Itália Sylvinho Dória Qatar Otávio Albânia Johnny Cardoso Lucas Mendes Emerson Palmieri Edmilson Júnior

Conteúdo Original

Esporte Futebol Além de Maurício: os brasileiros que podem jogar a Copa por outro país Renan Liskai Do UOL, em São Paulo 20/02/2026 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Mauricio, do Palmeiras, comemora gol contra o São Paulo, pelo Campeonato Paulista Imagem: Ettore Chiereguini/AGIF Maurício, do Palmeiras, entrou para o "time" de jogadores brasileiros que podem disputar a Copa do Mundo deste ano por outras seleções. O UOL mostra alguns deles. Os candidatos Maurício (Paraguai) . O meia do Palmeiras nasceu em São Paulo, teve a naturalização aprovada pela Fifa e pode representar o Paraguai na Copa do Mundo. O pai do atleta tem nacionalidade paraguaia e, por isso, ele também tinha direito. Matheus Nunes (Portugal) . Nascido no Rio de Janeiro, o meia do Manchester City defende a seleção portuguesa desde 2021. Ele disputou o Mundial de 2022 pelo país e caminha para jogar a sua segunda edição de Copa. Juca Kfouri Só o Athletico sabe explicar a vitória do Corinthians Sakamoto 'Defesa' da família mobiliza; soltar Bolsonaro, não M.M. Izidoro Por que a falta de cinema não branco não incomoda? Gustavo Miller Como Bad Bunny fez o Brasil se reconhecer latino Lucas Mendes (Qatar) . Natural de Curitiba, Lucas foi revelado pelo Coritiba e deixou o Brasil em 2012. O zagueiro passou pelo Olympique de Marselha (FRA) antes de ir jogar no futebol do Qatar. Ele está no país desde 2014 e fez sua estreia pela seleção em 2023. Carlos Coronel (Paraguai) . O goleiro reserva do São Paulo nasceu em Corumbá (MS) e tem nacionalidade paraguaia. Ele foi convocado pela primeira vez em 2023 e participou de alguns jogos das últimas Eliminatórias, enquanto defendia o NY Red Bulls, dos Estados Unidos. Otávio, meio-campista brasileiro naturalizado português, em ação por Portugal contra a Suíça pelas oitavas de final da Copa do Mundo do Qatar Imagem: Lars Baron/Getty Images Otávio (Portugal) . Natural de João Pessoa (PB) e com passagens por Santa Cruz e Internacional, o meio-campista se mudou para o futebol português em 2014 e ficou por lá até 2023. Foi neste período em que ele se naturalizou e passou a defender a seleção desde 2021. Presença na última Copa, Otávio não é convocado desde o final de 2024, mas vive a expectativa de ir para mais um Mundial. Jorginho (Itália) . O meia do Flamengo é natural de Imbituba (SC) e foi convocado pela primeira vez em 2021. Ele foi campeão da Eurocopa com a Itália em 2021, mas não é convocado desde o final da última Euro, em junho de 2024. Mesmo assim, existe a possibilidade. A seleção italiana está na repescagem para a Copa e tenta evitar a terceira ausência seguida. Sylvinho (Albânia) . O técnico é o único da sua classe que pode representar o Brasil na Copa do Mundo até agora. Sob o comando dele, a seleção da Albânia jogará a repescagem europeia valendo uma vaga no Mundial a partir do mês que vem. A vaga no playoff, por si só, já foi histórica, uma vez que os albaneses nunca haviam chegado até esta etapa. Continua após a publicidade Relacionadas CBF anuncia amistoso do Brasil contra o Egito às vésperas da Copa nos EUA Ídolo do Benfica, Luisão sofre racismo ao defender Vini Jr: 'Macaco' Ex-goleiro Chilavert ataca Vini e diz: 'Brasileiros são primeiros racistas' Outras possibilidades e cenários Enquanto os casos acima são mais prováveis, há outros que podem acontecer, mas, se encaixam em outra categoria. Há jogadores, por exemplo, que têm ligação com o Brasil por laços familiares, mas não nasceram por aqui. Outros nasceram em solo brasileiro, mas não são chamados há algum tempo ou nem sequer tiveram a oportunidade. Veja abaixo: Johnny Cardoso . Cria da base do Inter e filho de pais brasileiros, Johnny nasceu nos Estados Unidos, mas fez praticamente toda a sua formação como jogador de futebol no Brasil. Apesar disso, o volante sempre preferiu representar a seleção estadunidense, fosse na base ou agora no profissional. Hoje no Atlético de Madri, ele caminha para ser convocado para o Mundial. Edmilson Junior comemora vaga do Qatar na Copa do Mundo de 2026 Imagem: Mohamed Farag/Getty Images Edmilson Júnior . Filho do ex-jogador Edmilson, que passou pelo Standard Liége, o atacante nasceu em Liége, na Bélgica, mas está no Qatar desde 2018 e se naturalizou. Ele defende a seleção desde 2024 e participou da campanha que levou os qataris à segunda Copa seguida. Dória . O zagueiro do São Paulo nasceu em São Gonçalo (RJ), mas tem nacionalidade mexicana também. Ele jogou entre 2018 e 2025 no futebol do México e obteve a naturalização em 2023. Entretanto, até agora não foi convocado para defender a seleção, ainda que já tenha demonstrado desejo. Continua após a publicidade Emerson Palmieri . Natural de Santos (SP), Emerson Palmieri defende a seleção italiana desde 2018. Junto com Jorginho, ele foi campeão da Eurocopa em 2021, mas não é chamado para uma partida desde 2023. Ele vive bom momento jogando pelo Olympique de Marselha. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Filho de síndico que matou corretora em GO é solto, diz defesa Aviões russos são detectados no Alasca, dizem autoridades dos EUA e Canadá Trump ordena que órgãos dos EUA divulguem arquivos sobre alienígenas BBB 26: Jonas vence terceira Prova do Líder em sequência Após protesto com 10 presos, Câmara aprova reforma trabalhista na Argentina