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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo destaca a evolução positiva do Brasil no jogo, com a melhora no controle e domínio após as alterações, demonstrando uma análise favorável à equipe.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: O Panamá é apresentado como adversário que permitiu ao Brasil criar chances, mas com menos posse de bola e sofreram a goleada, sendo retratado como inferior.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

rayan danilo matheus cunha raphinha brasil leo pereira fabinho endrick vini jr ancelotti panama luiz henrique paqueta igor thiago

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Com reservas, Brasil tem trio no meio e faz jogo mais dominante Rodrigo Mattos Colunista do UOL 31/05/2026 20h27 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Jogadores da seleção brasileira comemoram gol em amistoso contra o Panamá, no Maracanã Imagem: REUTERS/Pilar Olivares Para o último amistoso no Brasil antes da Copa, a CBF escolheu um adversário que parecia calcado para dar confiança à seleção antes da viagem aos EUA. E, sim, o Brasil goleou, criou mais chances e ganhou com justiça. Mas o time só estabeleceu um controle total do jogo a partir das alterações feitas para o segundo tempo. Ao final do primeiro tempo, o time de Carlo Ancelotti tinha menos posse de bola do que o Panamá (48% a 52%). É justo dizer que o Brasil teve as melhores chances -criou duas oportunidades claras - e o time da América Central fez o gol em falta que desviou na barreira. Juca Kfouri João brilha para Guga aplaudir em Roland Garros A Hora A ferramenta que penetra os celulares dos criminosos Sakamoto Tigrões da 6x1 viraram 'tchutchucas' ao votarem Michelle Prazeres Precisa mesmo responder mensagem correndo? Mas repetia-se a tônica da seleção sob o comando de Ancelotti em 2026: o time não controla o jogo pela posse de bola. Teve menos a pelota contra a França (até compreensível pelo estágio das duas equipes) e no jogo com a Croácia. É o resultado de um modelo de jogo implantado por Ancelotti com quatro atacantes e apenas dois jogadores no meio. Os quatro da frente - Matheus Cunha, Vini Jr, Raphinha e Luiz Henrique - eram bem verticais. E isso permitiu ao Panamá criar volume com a bola, apesar da vantagem de 2x1. Para o segundo tempo, Ancelotti trocou quase todos os jogadores, menos Léo Pereira. O sistema de jogo era o mesmo, com Paquetá atuando no lugar de Matheus Cunha, Rayan no de Luiz Henrique, Igor Thiago e Endrick na frente. Mas a questão era a diferença da característica de jogador. Paquetá é claramente um jogador de meio-campo, que Matheus não é. Embora tivesse posicionado na esquerda, de início, se deslocava e na prática o time tinha um trio no meio, com Danilo Santos e Fabinho. De certa forma, o meia-rubro-negro é mais anárquico. Fez o gol, deu assistências e desfilou no meio-campo. Na sequência, chegou a inverter de lado com Danilo. O ex-meio-campista do Botafogo também entrou bem e fez um belo gol, aliás, houve um entendimento entre os dois. Continua após a publicidade Com 20min, o Brasil tinha feito três gols e já não permitia a posse de bola do Panamá. Tinha invertido a estatística em seu favor. Com 36min, já tinha metido quatro gols só após o intervalo. O Panamá só descontou em um chute aleatório de longe. Após o intervalo, o Brasil teve mais de 60% de posse de bola, fazendo um jogo dominante que não se viu esse ano com Ancelotti.. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Fonseca faz jogo sólido, bate Ruud e mantém sonho vivo em Roland Garros Brasil se despede com maior goleada em sete anos e muita coisa para acertar João Fonseca e pontos importantes: uma saborosa rom-com em Roland Garros Titulares ganham de 2 a 1 do Panamá; reservas de 4 a 1 Espriella lidera e vai ao segundo turno contra Cepeda na Colômbia