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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Brasil se despede com maior goleada em sete anos e muita coisa para acertar Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 31/05/2026 20h19 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Rayan comemora gol em amistoso entre Brasil e Panamá, no Maracanã Imagem: REUTERS/Pilar Olivares Dos 23 gols marcados pela seleção brasileira em onze partidas sob o comando de Carlo Ancelotti, cinco foram diretamente fruto de marcação por pressão. O pressing, que Ancelotti conheceu no Milan de Arrigo Sacchi, é fundamental para o Brasil jogou bem. E joga. O primeiro e o terceiro gols, de Vinicius Júnior e Rayan, ambos em chutes de fora da área, foram conquistados com bolas roubadas no campo de ataque. São mais de 20% dos gols anotados assim, extremamente positivo. Só que o time sofreu gols em seis dos ozne jogos sob o comando do técnico italiano, característica preocupante até em peladas, na Itália. Sofrer gol do Panamá, ver Alisson realizando duas defesas, nada disso parece bom contra o Panamá, mesm que a seleção visitante no Maracanã tivesse cinco remanescentes da Copa do Mundo da Rússia, em 2018. Juca Kfouri João brilha para Guga aplaudir em Roland Garros A Hora A ferramenta que penetra os celulares dos criminosos Sakamoto Tigrões da 6x1 viraram 'tchutchucas' ao votarem Michelle Prazeres Precisa mesmo responder mensagem correndo? O Panamá veio ser dublê do Haiti, segundo rival brasileiro na Copa, e comportou-se com mais categoria do que se imagina do Haiti. Mas não era para ter tanto espaço, tanta falta de compactação em parte do primeito tempo. Por outro lado, não é para haver assim tanto rigor, num jogo de despedida da toricda, que fez festa, cantou "O Campeão" de Neguinho da Beija-Flor, "Vou Festejar", de Beth Carvalho, com o requinte do último verso em homenagem da toricda do Flamengo à uniformizada do Vasco, celebrou o Maracanã em festa, todo pintado de amarelo. Se ninguém mais liga para seleção brasileira, o Maracanã mostra que ninguém é muita gente. Porque muita gente ainda liga. Tinha camisa amarela do aeroporto de Congonhas à Dias Ferreira, no Leblon, da manhã ao último gole antes do jogo. Tem clima de Copa, mas não tem protagonista eleito ainda. Porque a torcida segue cantando Neymar. Fez isso quando a bola ameaçou castigar a defesa da seleção, no primeiro tempo. Vai cantar menos se Ancelotti montar o time. Vinicius Júniro jogou bem, Rayan entrou muito bem, Igor Thiago mostrou emoção ao marcar no Maracanã, Matheus Cunha sobra do lado esquerdo e entre as linhas, quando o Brasil tem a bola. A seleção é promissora. Marca forte no ataque, recupera bolas e faz gols a partir da marcação pressão, mas ainda tem muita coisa para acertar na defesa. Continua após a publicidade Para quem apenas se despede para uma expedição de quase cinquenta dias, a maior goleada desde os 7 x 0 sobre Honduras, em 2019 não é mau cartão de visitas. Mas Ancelotti sabe que tem muita coisa para treinar. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Transmissão ao vivo de Brasil x Panamá no Maracanã: veja onde assistir Atlético-MG vence em São Januário e deixa o Vasco no Z4 do Brasileirão Neymar entra em campo, é ovacionado e evita chute forte na bola João Fonseca brilha para Guga aplaudir em Roland Garros Fonseca chega às quartas e iguala campanha de Thomaz Koch em Roland Garros