🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: Elogiado explicitamente: trabalho de base 'perfeito' e estratégia de contratar jovens estrangeiros citada como modelo ideal

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: Criticado por contratações arriscadas e mal-sucedidas (James Rodriguez, Oscar) com alto custo e prejuízo financeiro

Viés da Menção (Score: -0.6)

Motivo: Questionado sobre custo-benefício de Lingard e Rojas, citando ainda transfer ban por falta de pagamento

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: Citado como exemplo negativo: muitos estrangeiros e desempenho ruim, perto ou dentro do Z4

Viés da Menção (Score: -0.4)

Motivo: Citado como exemplo negativo: muitos estrangeiros e desempenho ruim, perto ou dentro do Z4

Viés da Menção (Score: -0.4)

Palavras-Chave

Entidades Principais

internacional palmeiras sao paulo oscar corinthians giay gremio estevao gabriel jesus flaco lopez endrick lionel scaloni james rodriguez

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Debate sobre estrangeiros passa pela qualidade e não pela quantidade Walter Casagrande Jr. Colunista do UOL 23/09/2026 11h58 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Palmeiras usa estratégia de contratar, na maioria das vezes, estrangeiros jovens Imagem: ERNESTO BENAVIDES / AFP O clube que tem nove, em vez de cinco jogadores estrangeiros no elenco, logicamente tem quatro brasileiros a menos, o que é indiscutível matematicamente. Agora, se essas quatro vagas seriam usadas para dar chances aos jovens ou se o clube compraria jogadores mais velhos é uma questão de escolha. Independentemente de atrapalhar ou não a revelação de jogadores da base, sou a favor da diminuição para cinco estrangeiros por clube. Alexandre Borges Na ONU, Lula alinhou o Brasil com Rússia e China Matheus Pichonelli Lula e Flávio levam disputa para o supermercado PVC Caminhos do São Paulo para voltar a ser gigante Tatiana Farah Lula vai ao Nordeste para socorrer candidatos Outra coisa certa é que nove estrangeiros não têm nada a ver com o trabalho ruim que o Brasil está fazendo na base. Sem generalizar, pois existem clubes que fazem um trabalho de base perfeito, como o Palmeiras, que revelou e vendeu muito bem Gabriel Jesus, Endrick, Estevão, Victor Reis, Allan, John John, entre outros. Como também é inegável que a grande maioria dos estrangeiros que estão no Brasil não faz a diferença e não acrescenta evolução técnica aos times em que joga. Se todos os clubes tivessem nove estrangeiros, seriam 180 atletas estrangeiros no Campeonato Brasileiro. E a pergunta é: Quantos desses 180 estrangeiros realmente aumentariam o nível técnico e a competitividade do nosso campeonato? Continua após a publicidade Posso fazer uma lista grande de estrangeiros que passam por aqui e nada fazem e, além disso, oneram os cofres pelos altos salários que recebem, fora aqueles que são comprados por preços elevados. Mas também existem jogadores brasileiros que ficaram muito tempo fora do país e são repatriados em idade avançada, ganhando muito dinheiro, e o custo-benefício é péssimo para o clube. James Rodriguez não acrescentou nada ao São Paulo, em uma negociação arriscada e com custo altíssimo que poderia ter sido evitada. Mas, como o limite é de nove estrangeiros, nada impediu o Tricolor de fazer esse péssimo negócio. O caso do Oscar foi a mesma coisa e entra naquela lista de brasileiros que ficaram muito tempo fora, cujo custo é altíssimo, sendo também uma contratação de risco. Ele veio para o Tricolor como um grande negócio, mas também deu errado, além do prejuízo financeiro que causou. E assim tem acontecido com a grande maioria dos clubes do Brasil em relação a estrangeiros e brasileiros veteranos. Continua após a publicidade Voltando aos estrangeiros, a estratégia do Palmeiras é a melhor nesse caso, porque contrata, na maioria das vezes, estrangeiros jovens que podem dar retorno no futuro. O Palmeiras não pensa apenas no presente e não gasta sem que haja a possibilidade de recuperar o investimento em uma futura venda. O Flaco Lopez é o maior exemplo disso, porque chegou bem jovem e, como jogador do Palmeiras, foi para a seleção argentina para disputar a Copa do Mundo de 2026. Hoje, ele tem um ótimo mercado e alto valor. Com Giay ocorre a mesma coisa, e ele também foi convocado por Lionel Scaloni para essa data Fifa. Eu concordo com a diminuição gradativa dos jogadores estrangeiros e defendo que o ideal seja o limite de cinco por clube. Já houve no próprio Campeonato Brasileiro times que entraram em campo com nove estrangeiros e apenas dois brasileiros. Isso, para mim, é inadmissível, não pela quantidade, mas pela qualidade dos atletas. Continua após a publicidade O Internacional, o Grêmio e o Corinthians têm diversos estrangeiros e estão perto ou dentro do Z4. O custo-benefício de Lingard está sendo bom para o Corinthians? O Matias Rojas fez algo de bom? Não, e ainda causou um transfer ban porque não foi pago na época. Como dizer que isso não impede a evolução técnica e de experiência de um jovem brasileiro? Se o clube conseguirá revelar mais jogadores ou não, com cinco estrangeiros em vez de nove, é problema dele, mas as chances são maiores. Respeito quem é a favor de nove estrangeiros, pois existem bons argumentos. Continua após a publicidade Mas o meu ponto sempre será a qualidade, e não a quantidade. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Casagrande por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Na ONU, Lula alinhou o Brasil com Rússia e China na nova Guerra Fria Apartamento de Ana Hickmann é levado a leilão por dívida de R$ 11 milhões Messias e Andrei trocaram xingamentos diante de Lula: 'Está me espionando?' Bets já notificam clubes de rescisão se governo proibir apostas Roberta Luchsinger fez pagamentos a servidores de ministério, diz jornal