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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: Artigo críticas dura às decisões nacionais sobre sedes de jogos e política de marketing natcional via fantasmas estrangeiras.

Viés da Menção (Score: -0.8)

Motivo: Retratação positiva: confederação argentina elogiada pelo foco em proximidade com torcidas como modelo seguidor pelas nacional nidendas.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Argentina Messi Seleção Brasileira CBF AFA Panamá Copa 2022

Conteúdo Original

Não é apenas pelos resultados e nível de futebol que Brasil e Argentina estão separados por um abismo hoje. Fica cada vez mais escancarado que falta à Seleção Brasileira a conexão com seu torcedor que sobra na Argentina. E isso passa muito pela forma como as duas confederações tratam a questão dos amistosos. Como a chance de enfrentar um rival europeu é cada vez mais raro, pelo calendário repleto de competições oficiais no Velho continente, os gigantes da América do Sul sofrem para realizar jogos preparatórios de bom nível. E aí começa a diferença entre a AFA e a CBF. Para os cartolas brasileiros, o dinheiro vem em primeiro lugar. Para os argentinos a oportunidade de conexão com a torcida pesa muito mais. Desde o final de Copa de 2022, o Brasil fez apenas um amistoso em casa: contra o Panamá, antes do Mundial de 2026. Mesmo sendo hoje muito mais valorizada, por ganhar Copa e Messi, a Argentina vai completar nesta data Fifa seu sétimo amistoso jogando em casa. Os rivais estão longe de empolgar: Panamá, Curaçao, Mauritânia, Zâmbia, Bolívia, Burkina Faso e Benin. Mas o Brasil, que amanhã pega a inexpressiva Índia, fez nos últimos quatro anos amistosos até contra a Guiné. Já campeão do mundo, Messi foi até Santiago de Estero, cidade de 250 mil habitantes no interior da Argentina para um amistoso, contra Curaçao. O Brasil prefere Calcutá que Cuiabá, Natal, Belém, Manaus, Curitiba, etc.