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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Rafinha dará suporte ao elenco e será o elo entre eles e o treinador Walter Casagrande Jr. Colunista do UOL 30/01/2026 05h30 Deixe seu comentário Rafinha, novo gerente esportivo do São Paulo Imagem: Gabriel Sá / UOL Carregando player de áudio Ler resumo da notícia As diferentes funções do cargo de gerente esportivo no São Paulo Futebol Clube. Muricy Ramalho é um apaixonado pelo clube desde criança. Eu o vi jogar na categoria dente de leite, em um campeonato transmitido pela extinta TV Tupi de São Paulo. Juca Kfouri Botafogo goleia o favorito e lidera o Brasileirão Sakamoto Kassab vence a rodada no vazio da direita Josias de Souza Omissões significam mais que explicações de Toffoli Letícia Casado Submissão custa projeto eleitoral de Tarcísio Jogava muito desde garoto. Virou profissional, venceu dois títulos — o Paulista de 1975 e o Brasileiro de 1977 — e depois foi para o México. Depois de alguns anos, tornou-se treinador, tendo Telê Santana como mestre. Fez história também nessa função, sendo tricampeão brasileiro em sequência (2006/07/08). Mais adiante, assumiu o cargo de gerente esportivo. Ele entrou para dar suporte às comissões técnicas, que seriam escolhidas por ele para comandar o Tricolor. Mesmo com problemas de saúde, fez seu trabalho — além de apoiar os treinadores, ajudava em qualquer dúvida sobre o funcionamento do clube. Após a crise institucional jamais vista no São Paulo, acabou pedindo demissão. O presidente Júlio Casares pediu renúncia, diretores foram trocados e o clube precisou encontrar um substituto para Muricy. Continua após a publicidade Rafinha, que jogou no clube e foi campeão da Copa do Brasil em 2023, foi o nome escolhido. Ele aceitou, e a função passou por mudanças, porque agora o foco do gerente será dar suporte direto ao elenco. Rafinha será o homem de confiança, fazendo o elo entre comissão técnica, diretoria e jogadores. Por ter encerrado a carreira recentemente e ser um líder natural, é alguém em quem o grupo confia, pelo menos inicialmente. Ele vai passar para o grupo a importância de defender o São Paulo com propriedade de qum vestiu essa camisa com dedicação. Estará mais próximo dos jogadores do que da comissão técnica. Continua após a publicidade A tendência é que ele ouça e defenda mais os atletas, dando mais amparo, segurança e proteção — algo essencial para um elenco moralmente fragilizado. A vitória sobre o Flamengo mostrou que sua atuação nos bastidores pode funcionar muito bem. O que quero destacar ao torcedor é que o foco do trabalho na função mudou. Com Muricy, era o treinador; com Rafinha, os jogadores. Talvez o elenco sentisse falta de alguém que os apoiasse e os ouvisse de forma mais equilibrada. E como Rafinha parou recentemente, sua linguagem e visão são muito mais de jogador do que de dirigente. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Casagrande por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Lula começa 2026 com 25% menos votos espontâneos que em 2022 Registrar carro em outro estado para pagar menos IPVA é ilegal? Agilidade e sorte: Maxiane vence a terceira Prova do Líder do BBB 26 Trump diz que vai anunciar hoje novo presidente do banco central dos EUA Vorcaro diz que tornozeleira prova falta de proteção política do Master