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Kimi Antonelli vence GP de Miami | Melhores momentos | Fórmula 1 Embora tenha retirado as etapas do Bahrein e da Arábia Saudita do calendário da Fórmula 1 em abril, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) trabalha com a possibilidade de realizar ao menos uma das provas até o fim do ano. No entanto, a entidade também considera um plano B em caso de incompatibilidade de datas: adiantar em um ano o GP da Turquia . Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp Newey ficou fora do GP de Miami após internação, diz site Morre aos 100 anos Nano da Silva Ramos, brasileiro ex-piloto da F1 1 de 3 Vista aérea do Istanbul Park, sede do GP da Turquia de Fórmula 1 — Foto: Reprodução Vista aérea do Istanbul Park, sede do GP da Turquia de Fórmula 1 — Foto: Reprodução No fim de abril, a Fórmula 1 anunciou que o circuito Istanbul Park vai retornar à categoria, mas apenas em 2027. Portanto, de acordo com o site " racingnews365 ", a prioridade da FIA é manter o cronograma para este ano e priorizar Bahrein e Arábia Saudita, etapas que estavam originalmente previstas para ocorrer em 2026. A federação trabalha com duas possibilidades: colocar uma das provas na semana entre os GPs do Azerbaijão e Singapura, no dia 4 de outubro, ou realizar uma rodada quádrupla no final do ano. Porém, o presidente da FIA Mohammed ben Sulayem indicou que a prova na Turquia pode ser disputada já em 2026, caso a guerra no Oriente Médio continue até o fim do ano e seja impossível reagendar as etapas no Oriente Médio. – (Por volta do GP) do Catar, seria possível adiar por uma semana, adiar tudo. Caso contrário, talvez pudéssemos ter a Turquia este ano, se o país concluir a homologação e todas as demais exigências – iniciou Ben Sulayem. – Logisticamente, qual é o melhor cenário? Estamos consultando os promotores. Trata-se de onde queremos chegar, e vamos tentar facilitar, mas sem sobrecarregar nossa equipe. Isso seria demais – acrescentou. 2 de 3 Stefano Domenicali, presidente da F1, e Mohammed ben Sulayem, presidente da FIA — Foto: Mark Sutton - Formula 1/Formula 1 via Getty Images Stefano Domenicali, presidente da F1, e Mohammed ben Sulayem, presidente da FIA — Foto: Mark Sutton - Formula 1/Formula 1 via Getty Images Originalmente, o GP do Bahrein seria a quarta etapa da temporada, entre os dias 10 e 12 de abril, enquanto o GP da Arábia Saudita seria realizado na semana seguinte, de 17 a 19. Quando o cancelamento provisório das duas etapas foi anunciado, ká se ventilava a possibilidade de Istambul assumir uma das vagas no calendário. Contudo, o autódromo turco ainda não tinha firmado contrato com a Fórmula 1 para 2027 naquele momento. O cenário de incerteza também mexe com as etapas do Catar e de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Os dois países estão sendo afetados pelo conflito, e Mohammed ben Sulayem disse ser incapaz neste momento de garantir a realização das provas, marcadas para os dias 29 de novembro e 6 de dezembro, respectivamente. – Há uma questão mais importante do que apenas o automobilismo. É o nosso modo de vida, são as mudanças, é o estresse nessa área. Se falarmos sobre a liderança local, como governo, a forma como lidaram com a situação, sem retaliar, foi muito sensata. É preciso força para não fazer isso. 3 de 3 Largada do GP de Abu Dhabi de F1 2025 — Foto: Rudy Carezzevoli/Getty Images Largada do GP de Abu Dhabi de F1 2025 — Foto: Rudy Carezzevoli/Getty Images O mandatário da FIA disse torcer para que o conflito na região se resolva rapidamente, mas acredita que, se a guerra prosseguir até os últimos meses do ano, a entidade não terá outra opção a não ser cancelar as últimas provas da temporada. – Espero que isso acabe logo, para que possamos voltar ao normal e não viver mais assim, com todo esse estresse. Deus nos livre, se isso se estender até outubro ou novembro, vamos ter que desistir de ir, porque a segurança vem em primeiro lugar – concluiu. Por enquanto, a Fórmula 1 continua com 22 etapas confirmadas no calendário, ainda sem os GPs do Bahrein e da Arábia Saudita. A próxima etapa do campeonato vai acontecer no dia 24 de maio, no Canadá.