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CBF inaugura estátua de Zagallo Alagoas não teve nenhum jogador convocado por Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026. O último do estado a defender a Seleção em mundiais foi o atacante Roberto Firmino, em 2018. Ele foi cotado para o time de 2022, mas não entrou na lista e hoje, aos 34 anos, não participou do ciclo para a Copa. Na história, além de Firmino, Alagoas se orgulha de ter o senhor das Copas, Zagallo, com quatro títulos, e o atacante Dida, que chegou a colocar Pelé no banco no Mundial de 1958. O ge, para mexer com a imaginação dos torcedores, escalou a seleção de Alagoas de todos os tempos e, certamente, ela não faria feio no Mundial de 2026. 1 de 13
Seleção alagoana de todos os tempos — Foto: ge Seleção alagoana de todos os tempos — Foto: ge A formação ficou assim: Flávio (ex-CSA e Athletico); Souza (ex-CSA e São Paulo), Pepe (ex-CRB e Real Madrid), Paranhos (ex-CSA e São Paulo) e Jadílson (ex-CRB e São Paulo); Cleiton Xavier (ex-CSA e Palmeiras), Zagallo (ex-Botafogo e Flamengo) e Adriano Gabiru (ex-CSA, Athletico e Inter); Dida (ex-CSA e Flamengo), Roberto Firmino (ex-CRB e Liverpool) e Aloísio Chulapa (ex-CRB e São Paulo). O técnico desse time é Mário Jorge Lobo Zagallo, que comandou a famosa Seleção de 1970 no México. Banco Na reserva da seleção alagoana, aparecem o goleiro César (ex-CRB e Corinthians), o lateral Reinaldo (Mirassol), o zagueiro Ewerton (ex-Sporting/POR), o volante Otávio (Fluminense), os meias Morais (ex-Vasco), Pedrinho (Shakhtar Donetsk), Peu (ex-CSA e Flamengo) e Élton (ex-Corinthians), além dos atacantes Marinho (Vitória), Dênis Marques (ex-Flamengo e Athetico), Silva (ex-CRB e Vasco) e Luan (ex-Atlético-MG) e o centroavante Willian José (Bahia). A seleção Alagoana Flávio Revelado pelo CSA na década de 90, o goleiro foi campeão brasileiro pelo Athletico em 2001 e teve uma carreira de destaque. Atuou também no Vasco, Paraná e América-MG e voltou a jogar pelo CSA em 2012. 2 de 13
Flávio foi um goleiro de alto nível na primeira década de 2000 — Foto: Arquivo/GloboEsporte.com Flávio foi um goleiro de alto nível na primeira década de 2000 — Foto: Arquivo/GloboEsporte.com Souza Começou no CSA na década de 90 como meia, depois se transferiu para o Botafogo, mas brilhou mesmo no São Paulo. Foi deslocado para a lateral direita e conquistou o Mundial Interclubes, a Taça Libertadores e o Paulistão, em 2005, além do bicampeonato brasileiro, em 2006 e 2007. Depois, ainda defendeu Paris Saint-Germain, Grêmio, Cruzeiro e Fluminense. Em 2020, voltou a jogar no futebol alagoano e se aposentou após defender o Murici. 3 de 13
Souza se destacou no São Paulo — Foto: Van Campos/Estadão Conteúdo Souza se destacou no São Paulo — Foto: Van Campos/Estadão Conteúdo Pepe - O zagueiro de fama internacional começou na base do CRB, atuou no Corinthians-AL e se consagrou na Europa. Depois de passar por Portugal com destaque, defendendo Marítimo e Porto, ficou dez anos no Real Madrid e conquistou 22 títulos, sendo três Champions e um Mundial Interclubes. Também foi campeão da Eurocopa pela seleção portuguesa, em 2017, e disputou a Copa do Mundo de 2022, aos 39 anos. 4 de 13
Pepe é um dos jogadores com mais títulos na história do futebol — Foto: REUTERS/Dylan Martinez Pepe é um dos jogadores com mais títulos na história do futebol — Foto: REUTERS/Dylan Martinez Paranhos Revelado pelo CSA, foi um zagueiro que tinha muita imposição física. Foi contratado pelo São Paulo em 1973 e ficou no Morumbi até 1977, quando acertou a transferência para o Santa Cruz. Em 75, foi campeão paulista e encerrou a carreira em 1981, pelo Azulão. 5 de 13
Paranhos fez história no CSA e também defendeu o São Paulo na década de 70 — Foto: Arquivo Museu do Esporte Paranhos fez história no CSA e também defendeu o São Paulo na década de 70 — Foto: Arquivo Museu do Esporte Jadílson O lateral-esquerdo começou no futebol nas categorias de base do CRB, em 1998. Em 2008, foi campeão brasileiro pelo São Paulo e depois ainda defendeu a camisa do Cruzeiro. Antes, tinha se destacado por Fluminense e Goiás. 6 de 13
Jadilson e seus dois amores: CRB e São Paulo — Foto: Marcelo Prado/GloboEsporte.com Jadilson e seus dois amores: CRB e São Paulo — Foto: Marcelo Prado/GloboEsporte.com Cleiton Xavier O meio-campista começou a carreira na base do CSA, no início dos anos 2000. De lá, foi negociado com o Internacional. Defendeu também Sport, Brasiliense, Gama, Figueirense, Palmeiras, Metalist-UCR, Vitória e CRB. No Palmeiras, conquistou os principais títulos da carreira, o Brasileirão de 2016 e a Copa do Brasil de 2015. 7 de 13
Cleiton Xavier comemora gol do Palmeiras contra o Corinthians — Foto: Marcos Ribolli Cleiton Xavier comemora gol do Palmeiras contra o Corinthians — Foto: Marcos Ribolli Adriano Gabiru O meia ganhou destaque na década de 90 no CSA, clube que o revelou, e foi campeão brasileiro em 2001 pelo Athletico, sendo um dos nomes do time na competição. Chegou a jogar no Olympique de Marseille, da França, mas o ano mágico foi 2006. Gabiru ganhou imensa projeção com a camisa do Inter ao fazer o gol do título mundial na final contra o Barcelona. 8 de 13
Adriano Gabiru comemora o gol do título mundial do Inter contra o Barcelona, em 2006 — Foto: AP Adriano Gabiru comemora o gol do título mundial do Inter contra o Barcelona, em 2006 — Foto: AP Dida O atacante se profissionalizou no CSA em 1950 e, em 54, foi contratado pelo Flamengo. Na Gávea, virou ídolo até de Zico . Ele foi um dos maiores de seu tempo e ainda ajudou a Seleção a conquistar o seu primeiro título mundial. Disputou a Copa da Suécia e só saiu do time de Vicente Feola para dar lugar a Pelé. Com a camisa do Flamengo, o alagoano disputou 357 partidas e marcou 264 gols. É ainda o segundo maior artilheiro da história do time carioca, perdendo apenas para Zico. 9 de 13
Dida no início de carreira no Flamengo: ídolo de Zico — Foto: Arquivo / Museu dos Esportes Dida no início de carreira no Flamengo: ídolo de Zico — Foto: Arquivo / Museu dos Esportes Zagallo O ponta começou a carreira no América-RJ e depois se transferiu para o Flamengo. Mais tarde, ele se destacou no Botafogo, ao lado de Garrincha, Nilton Santos e Didi. A estreia pela Seleção foi em 4 de maio de 1958, na vitória por 5 a 1 sobre o Paraguai. Quando era atleta, ele foi ainda bicampeão mundial em 58 e 62. 10 de 13
Zagallo foi campeão do mundo em 1958 — Foto: Keystone-France/Gamma-Keystone/Getty Zagallo foi campeão do mundo em 1958 — Foto: Keystone-France/Gamma-Keystone/Getty Aloísio Chulapa O centroavante começou a carreira na base do CRB, ganhou projeção no Flamengo e marcou época no Goiás. Jogou também na França, sendo companheiro de Ronaldinho Gaúcho no PSG, e teve boa passagem pelo Atlético-PR. Mas foi no São Paulo que mudou o patamar da carreira. Indicado por Rogério Ceni, chegou ao Morumbi em 2005 e conquistou, além do tri brasileiro, o Mundial interclubes. 11 de 13
Aloisio Chulapa foi campeão mundial com o São Paulo — Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net Aloisio Chulapa foi campeão mundial com o São Paulo — Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net Roberto Firmino O atacante foi o destaque absoluto das últimas décadas em Alagoas. Revelado pelo CRB, ele ganhou projeção na Inglaterra e está no hall dos melhores jogadores de todos os tempos do Liverpool. Em 2017, conquistou a Champions e ainda fez o gol do título mundial em cima do Flamengo. Firmino, de 34 anos, disputou 57 jogos com a Seleção e fez 17 gols, tendo participado da Copa de 2018. Com a amarelinha, ele ainda conquistou a Copa América de 2019. 12 de 13
Roberto Firmino disputou a Copa de 2018 — Foto: Eduardo Valente/Estadão Conteúdo Roberto Firmino disputou a Copa de 2018 — Foto: Eduardo Valente/Estadão Conteúdo O técnico Mário Jorge Lobo Zagallo está no hall da fama da CBF como um dos principais nomes da história do futebol brasileiro. Comandante da Seleção de 70, ele entra no time de Alagoas na condição de atleta e de treinador. Pelo Brasil, foi técnico por 131 jogos, tendo 97 vitórias, 25 empates e nove derrotas. Zagallo foi também coordenador da Seleção por 96 partidas (entre 1991 e 1994 e 2003 e 2006), com 53 vitórias, 32 empates e 11 derrotas. 13 de 13
Zagallo, o camisa 13 da seleção brasileira — Foto: Lucas Figueiredo/CBF Zagallo, o camisa 13 da seleção brasileira — Foto: Lucas Figueiredo/CBF