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Foi um dia de contrastes para o Flamengo: venceu o Madureira na ida da semifinal do Carioca e já respira na briga pelo título, mas o tema que dominou a tarde foi racismo e a fala sobre o episódio envolvendo Vini Jr., trazido pelo técnico Filipe Luís na coletiva. Ele lembrou que episódios de racismo existem em vários lugares, citando Ligações e referências como Lanús, além de menções a Argentina, Paraguai, Espanha, Inglaterra e Brasil. [ ] Entre as reações, Danilo e Paquetá já tinham manifestado apoio a Vini Jr; Danilo ligou para Filipe Luís para tratar do assunto. O encontro de emoções se expandiu com a leitura de que o momento do time também exige cuidado, mesmo com a vitória que mantém o Fla vivo no cenário. [ ] Na coletiva, Filipe Luís reconheceu que pode não ter se explicado com clareza e afirmou: “Racismo é crime” e que, se houve culpa, que pague. Disse que o episódio foi tratado como isolado, citando que existem mais casos ao redor do mundo — Argentina, Paraguai, Espanha, Inglaterra e Brasil — e mencionando ainda situações envolvendo Gianluca Prestianni. [ ] À noite, o Flamengo partiu da Argentina para o Rio de Janeiro, chegando em casa ao amanhecer e encontrando críticas online já pela manhã. A passagem contou com a reação de torcedores e veículos de imprensa, enquanto o time tenta manter o foco na Copa e no restante da temporada. [ ] Já no intervalo do jogo, as vaias geraram debate entre colunistas: Trajano defendeu o direito de vaiar, enquanto Fabíola Andrade criticou o uso da vaia como reflexo de um momento e Nath, perdão, comentou sobre a responsabilidade de quem está sob os holofotes. O tema, porém, reverberou além do próprio Carioca, mostrando o quanto a imprensa acompanha o Flamengo em cada passo. [ ]