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Esporte CBF defende VAR por expulsão de Carrascal no intervalo e cita regras Fábio Lázaro Do UOL, em Brasília 01/02/2026 22h52 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Carregando player de áudio Ler resumo da notícia A CBF saiu em defesa da atuação do VAR na expulsão de Jorge Carrascal, do Flamengo, ocorrida após o intervalo da da Supercopa do Brasil, vencida pelo Corinthians por 2 a 0, neste domingo, no Mané Garrincha. Em nota oficial, a entidade afirmou que o procedimento adotado seguiu as regras do protocolo de arbitragem. Defesa do protocolo e da decisão Segundo a confederação, a revisão foi válida porque ocorreu antes do reinício da partida. Isso é algo permitido pelas diretrizes internacionais do VAR. Casagrande Salve o Corinthians, campeões dos campeões Elio Gaspari As boquinhas do Master e os estrategistas de Vorcaro Sakamoto Liberar vapes pode bombar número de fumantes Michelle Prazeres Chuva de verão: toró de palpites no início do ano O árbitro pode aplicar sanções disciplinares desde que o jogo ainda não tenha sido reiniciado. Trecho da nota publicada pela CBF A CBF afirmou que a conduta de Carrascal se enquadra nos lances passíveis de revisão por vídeo. A confederação lembrou que agressões sem disputa de bola estão entre os casos de cartão vermelho direto, o que autoriza a intervenção do VAR. A recomendação da revisão foi correta, pois se tratava de um possível erro claro e manifesto relacionado a conduta violenta. CBF A CBF também destacou que a decisão final coube ao árbitro de campo após a análise no monitor. Segundo o comunicado, não há impedimento regulamentar para que a checagem aconteça no intervalo, desde que o jogo ainda não tenha sido reiniciado. Imagens só ficaram conclusivas no intervalo Como complemento à defesa do protocolo, a CBF explicou que a recomendação do VAR não ocorreu ainda no gramado porque, naquele momento, as imagens disponíveis não eram conclusivas. A entidade afirma que ângulos mais claros só ficaram acessíveis após o encerramento do primeiro tempo. Continua após a publicidade No momento inicial da análise, não havia imagens suficientes que permitissem uma conclusão segura sobre a conduta do atleta. CBF, sobre o que diz o texto da regra A situação mudou quando novas imagens foram disponibilizadas durante o intervalo. Com novos ângulos, o VAR, operado por Rodolpho Toski Marques, recomendou a revisão ao árbitro Rafael Klein. Após ver o lance no monitor, Klein aplicou o cartão vermelho direto antes do início da segunda etapa. Queda de energia afetou operação A nota também cita uma queda de energia elétrica como fator adicional que impactou a operação do VAR durante a partida. Segundo a CBF, o problema atingiu setores do estádio, incluindo a sala de operação do vídeo. A CBF afirmou que medidas foram adotadas para garantir a continuidade do trabalho. O episódio, segundo o comunicado, não invalida a decisão tomada, mas ajuda a explicar o contexto técnico da revisão. Nota na íntegra A Confederação Brasileira de Futebol, por meio da Comissão de Arbitragem, vem a público esclarecer os fatos relacionados à atuação da equipe de arbitragem na final da Supercopa Rei Superbet 2026, disputada no dia 1º de fevereiro de 2026, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília-DF. Continua após a publicidade No encerramento do primeiro tempo, foi verificada uma possível conduta antidesportiva ocorrida no último lance da etapa. A equipe de vídeo-arbitragem analisou as imagens disponíveis naquele momento e concluiu que não havia elementos visuais suficientes para uma determinação clara e segura da conduta do atleta em questão. Dessa forma, após a retomada das atividades no intervalo da partida, com acesso a ângulos adicionais de imagem que não estavam disponíveis anteriormente, a equipe de VAR recomendou ao árbitro central a revisão do lance diretamente no monitor de campo. Ao proceder à revisão no início da segunda etapa, o árbitro aplicou a penalidade disciplinar prevista no protocolo. Adicionalmente, houve instabilidade no fornecimento de energia elétrica em setores do estádio, inclusive na VOR (Vídeo Office Room), que impactou parte dos sistemas utilizados na operação de vídeo-arbitragem. A CBF esclarece que tomou as providências cabíveis para mitigação dos efeitos e continuidade da operação. Reforçamos que todos os procedimentos adotados estão de acordo com as diretrizes dos protocolos internacionais de arbitragem e uso de tecnologia no futebol Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Palmeiras deixa claro que diretoria está perdida no planejamento para 2026 Memphis embolsa R$ 4,7 mi com Supercopa e soma R$ 25 mi em premiações no Corinthians Botafogo-SP vence com um a menos e evita classificação do Palmeiras Henri Castelli revela quanto deve receber após agressão em Alagoas Matheus Pereira salva no fim, Cruzeiro vence Betim e respira no Mineiro