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Análise dos Times

Cruzeiro

Principal

Motivo: O artigo foca no empate do Cruzeiro e nas reações subsequentes, com a análise do jogo e da arbitragem centrada no desempenho do time.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: O Boca Juniors é apresentado como antagonista no contexto do jogo e das discussões pós-partida, sem um viés claro a favor ou contra.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

libertadores romero cruzeiro conmebol gerson kaiki boca juniors merentiel jesus valenzuela leandro paredes

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Empate do Cruzeiro reforça discurso argentino de que Brasil domina Conmebol Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 20/05/2026 08h31 Deixe seu comentário Resumo Fágner comemora gol pelo Cruzeiro contra o Boca Junior pela Libertadores. Esse foi o primeiro gol do lateral pelo Cruzeiro e o primeiro após 5 anos de jejum Imagem: Gustavo Aleixo/Cruzeiro O primeiro sinal de que a arbitragem de Jesús Valenzuela causa furor entre os dirigentes e torcedores argentinos foi dado por um jogador. Lenadro Paredes, volante campeao mundial pela seleção argentina e protagonista da jogada da expulsão de Gérson, declarou logo após o empate com Cruzeiro que o árbitro tomou uma "decisão rara." Sem dúvida. Aos 43 minutos do segundo tempo, dentro da Bombonera, depois de ter validado um gol do Cruzeiro em que houve toque na mão de Kaiki, Valezneula foi ao vídeo anular um gol em que a bola toca na mão de Romero, antes de sobrar para Merentiel fazer 2 x 1. Gol anulado, decisão rara. Na manhã seguinte, o motorista do táxi, a caminho do aeroporto, solta a seguinte pérola: "O Brasil está dominando a arbitragem da Conmebol. Quando a Argentina tinha Julio Grondona, as coisas eram diferentes." A crença é quase um aval à bandidagem. A lótica de que não ganhamos mais, porque não temos bastidores, indica que se ganhva quando havia bastidores. Josias de Souza Faria-limer adota posição diante de Flávio: agachado Amanda Klein Inferno astral de Flávio não significa a melhora de Lula Mauro Cezar Zero expectativas com Ancelotti, acabou Carla Araújo Pacheco vai conversar com Lula antes de selar futuro É nisso que realmente se crê Que bastidores importam, é indiscutível. Mas para que acredita que se ganhou ou se perde, porque há ou não há bastidores, não porque se trabalha bem dentro de campo, melhor abrir um açougue de parar de acreditar no esporte. A arbitragem de Jesús Valenzuela foi considerada boa pela Conmebol. Tem quatro momentos difíceis e em que poderia haver outra interpretação. Mas em que tomou decisões corretas, diante do que interpretou. Não há erro e sim possibilidades distintas em: 1. Gol do Cruzeiro. - A bola bate no braço de Kaiki, que não tenta levar vantagem disso. O gol é legal e árbitros só marcam falta quando têm medo do gol. 2. Gol de Merentiel — O atacante uruguaio fez 2 x 1 aos 43 do segundo tempo e a jogada foi anulado no vídeo, porque tocou na mão de outro atacante. Não é igual à mão de Kaiki. O braço esticado em direção à bola dá margem à interpretação de vantagem levada pelo passe com o braço. Podia ser validade. Foi anulado com coragem do árbitro. 3 Expulsão de Gérson - Eu não expulsaria. Daria cartão amarelo. Mas há margem para o cartão vermelho, porque Gérson foi imprudente, deu o carrinho e não atingiu a bola, apenas a perna de Leandro Paredes. Que, no entanto, simulou uma gravidade da lesão que, se fosse verdadeira, impediria de cobrar a falta logo a seguir com a perna direita machucada. Continua após a publicidade 4. Pênalti para o Boca nos acréscimos. O toque no braço de Lucas Romero dentro da área defensiva do Cruzeiro existiu. O pênalti é de interpretação. Para mim, não foi pênalti. Para o árbitro venezuelano, também não. Há oito anos, Dedé foi expulso pela consequência de seu choque com o goleiro Andrada, do Boca Juniors, na agora penúltima visita do Cruzeiro à Bombonera. O árbitro paraguaio Eber Aquino se impressionou com a gravidade da lesão, fratura do maxilar de Andrada. Não houve falta. A Conmebol anulou o cartão vermelho e Dedé jogou na semana seguinte. Foi expulso de novo. Diremos o quê? Que naquele tempo a Argettina tinha bastidores? Que Eber Aquino foi covarde? Embora as duas opções possam ser verdadeiras, o Boca venceu em Buenos Aires, daquela vez, e empatou no Mineirão, porque demonstrou ter um time melhor do que o Cruzeiro. Neste ano de 2026, não tem. . Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Governo Trump indicia Raúl Castro, ex-presidente de Cuba Bebê encontrado entre paredes na PB morre; polícia pede internação da mãe Moraes manda governo dar andamento à extradição de Zambelli da Itália Memphis evita forçar volta ao Corinthians para não arriscar Copa Justiça manda derrubar muro de 570 m em praia de PE após 4 anos de disputa