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O dia foi de garganta presa e reclamação: o Corinthians saiu de Porto Alegre com um empate por 1 a 1 diante do Internacional, no Beira-Rio, após um pênalti marcado já nos acréscimos — um fim que incendiou a delegação e a imprensa [ , ]. A revisão do VAR, posteriormente divulgada pela CBF, mostra que Gilberto Rodrigues Castro Júnior inicialmente não via impacto, mas depois sugeriu revisão; o árbitro Rodrigo José Pereira de Lima reviu e assinalou o pênalti, apontando um suposto puxão de Cacá em Bruno Henrique — uma sequência técnica que virou munição para críticas e teorias sobre interpretação de imagem [ ]. A cena em campo teve reflexo imediato na súmula: o técnico Dorival Júnior protestou com veemência, recebeu um amarelo, continuou a contestar e acabou expulso — o árbitro descreveu gestos e palavras que levaram à expulsão — e, por ter completado o terceiro cartão, será punido com suspensão por dois jogos, afastando-o da beira do gramado nas próximas rodadas [ , ]. Além do treinador, o executivo Fabinho Soldado e o presidente Osmar Stabile também foram citados na súmula por ofensas na zona mista; a bronca atravessou a delegação e houve necessidade de intervenção policial em relatos que descrevem um pós-jogo tenso e cheio de acusações [ , ]. Na praça pública das opiniões, Walter Casagrande detonou o pênalti e acusou o VAR de agir como "garimpeiros" em busca de lances puníveis; a crítica ecoou entre colunistas que dizem acreditar que o Corinthians vem sendo prejudicado por decisões polêmicas em partidas recentes [ , , ]. No campo, notícias mistas para o Corinthians: Dorival confirmou a volta de Yuri Alberto, que estava suspenso, enquanto Memphis segue em recuperação de um edema na coxa direita e iniciou trabalhos no gramado, ainda sob avaliação; Cacá surpreendeu na escalação e teve atuação elogiada; André Ramalho e o volante Charles ainda tratam lesões e são dúvidas para os próximos compromissos [ ]. Com o empate, o Corinthians subiu uma posição e agora tem 30 pontos, ocupando a 13ª colocação após 25 rodadas (sete vitórias, nove empates e dez derrotas); com Dorival suspenso, a tendência é que o auxiliar Lucas Silvestre, seu filho, assuma interinamente a casamata nas partidas contra Mirassol e o clássico com o Santos — capítulos que prometem mais tensão que futebol nos próximos dias [ , ].