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Análise dos Times

Motivo: A crítica à punição branda de Bruno Henrique, associada ao Flamengo, sugere um viés negativo por parte do colunista em relação à forma como o clube é tratado em certos casos.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: O Palmeiras é mencionado no contexto de Vitor Roque e Dudu. O colunista critica o silêncio da mídia no caso de Vitor Roque, sem demonstrar um viés explícito para o time.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Palmeiras Vitor Roque Mauro Cezar Pereira Bruno Henrique Dudu Leila Pereira Milly Lacombe Rodrigo Mattos STJD

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Bruno Henrique, Vitor Roque e a indignação seletiva Rodrigo Mattos Colunista do UOL 17/11/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Montagem de Bruno Henrique, do Flamengo, e Vitor Roque, do Palmeiras Imagem: Montagem UOL O atacante Bruno Henrique ficou sem suspensão no julgamento no STJD para o caso em que era acusado de favorecer aposta ao avisar seu irmão sobre um cartão amarelo. Sua punição foi uma multa, bem branda como se mostrou aqui . O atacante Vitor Roque nem a julgamento foi e, por meio de transação penal, recebeu uma sanção leve pela acusação de homofobia. Pagará uma multa e fará uma publicação em sua rede social contra o preconceito - nem chegou a pedir desculpas públicas de fato, atribuindo a uma brincadeira. Dudu, por um post ofensivo contra a presidente palmeirense, Leila Pereira, foi punido com jogos. Os dois casos não são comparáveis no nível de gravidade das infrações disciplinares cometidas e possíveis penas. Bruno Henrique poderia pegar meses de suspensão (deveria aliás, na visão deste colunista ), enquanto Vitor Roque, no máximo dez jogos. Se ambas as condutas são danosas à sociedade, a do atleta rubro-negra afeta a credibilidade do futebol em si. Juca Kfouri Domingo de eliminatórias, Série B e muita emoção Milly Lacombe A justiça desportiva acha que somos estúpidos? Bianca Santana Jogo duplo do petróleo limita entregas da COP30 Marcus André Melo Para entender o shutdown do governo nos EUA Mas os dois processos guardam uma similaridade: o STJD optou, em ambos, por não dar ganchos e pegar leve. Talvez tenha adotado uma espécie de compensação para não afetar os dois postulantes ao título. Não dá para saber. Houve ainda uma grande diferença entre os dois casos: o tratamento da mídia. No caso Bruno Henrique, foi largamente criticada a pena branda (o que é justíssimo). De forma exagerada, descreveu-se um escândalo, a maior crise de credibilidade do STJD, insinuações de favorecimento ao Flamengo. Lembremos que falamos de um tribunal que já interferiu em dois rebaixamentos, e anulou jogos que decidiam um título. Quanto ao caso de Vitor Roque, em sua maior parte, houve silêncio. Há exceções como o texto da colega Milly Lacombe e as observações sobre a diferença de tratamento entre atletas feitas por Mauro Cezar Pereira. De resto, não há mesas redondas com gente batendo a mão na mesa ou textos exaltados. A homofobia, diga-se, não é um problema pequeno no país e é crime, assim como manipulação para favorecer apostas. O futebol é um ambiente especialmente homofóbico, como se percebe em gritos de diversas torcidas. E, como no caso de Bruno Henrique, o recado é emblemático de permissividade, neste caso também da mídia. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Carlos Bolsonaro divide direita em SC e ameaça racha na base de governador Por que a McLaren está questionando a troca de motor de Verstappen Excesso de carinho: 5 'cuidados' com o carro que vão te deixar no prejuízo Bets ilegais liberadas em pequena cidade no RN faturaram R$ 415 mi, diz MP INSS liberou em nome de crianças R$ 12 bilhões em empréstimos consignados