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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: A análise do Vasco SAF foca nos problemas da 777 Partners e em sua saída, apresentando os fatos de forma direta, sem juízo de valor sobre o desempenho esportivo.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Botafogo

Principal

Motivo: O texto cita John Textor e destaca passivo financeiro e prejuízos consecutivos, com tom crítico à gestão e ao uso do clube como 'engrenagem'.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Vasco Botafogo John Textor 777 Partners Banco Master FFU Luciano Amaral Josh Wander Trustte

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Deputado pede CPI para investigar investidores de Botafogo, Vasco e FFU Rodrigo Mattos Colunista do UOL 24/04/2026 13h11 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Josh Wander, executido da 777 da Partners, foi indiciado nos EUA Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF O deputado Luciano Amaral (PSD-AL) entrou com um pedido de CPI para investigar o investimento privado no futebol brasileiro. A requisição cita três casos como justificativa: o Vasco SAF, o Botafogo SAF e a FFU (Futebol Forte União). O parlamentar ainda está na fase de obtenção de assinaturas para aprovar a instauração da CPI. É necessário o apoio de um terço da Câmara, isto é, 171 deputados. Amaral justificou o seu pedido ao dizer que a abertura do futebol brasileiro ao investimento privado é modernizadora, mas apresentou problemas. Daniela Lima STF morde isca da direita e alimenta 'agenda ética' Casagrande A Fifa não liga para Estêvão e Yamal Josias de Souza Correios provam que inferno existe Ronilso Pacheco Resposta de Gilmar a Zema expõe preconceitos "A experiência recente demonstra que a ausência de mecanismos rígidos de controle sobre a idoneidade dos investidores e a transparências de operações financeiras abriu espaço para práticas incompatíveis com interesse público com a proteção dos clubes, seus trabalhadores e torcedores." Na sequência, o pedido detalha, no Vasco, a 777 Partners assumiu e foi afastada por descumprir o acordo. E aponta que os ex-sócios da empresa foram indiciados por fraude nos EUA. Josh Wander, cabeça da empresa, de fato está indiciado, e Steve Pasko foi impedido de participar de gestões de empresas. Sobre o Botafogo, o deputado destacou a crise financeira resultante da gestão de John Textor, comprados da SAF: "No Botafogo, o empresário norte-americano John Textor utilizou o clube como engrenagem de um conglomerado multinacional, acumulando passivo total de R$ 2,75 bilhões e patrimônio líquido negativo de R$ 427 milhões, com prejuízos consecutivos nos últimos três anos." E, no caso da FFU, foi citado que se constatou a presença de R$ 30 milhões com origem no Banco Master no total investido para compra de parte de direitos de 35 clubes do futebol brasileiro. E também mencionou que um dos fundos que chegou a investir na liga era administrado pela Trustte, empresa investigada no caso Master, como revelou o blog. O pedido de CPI do deputado Luciano Amaral conclui: "Esses casos revelam um padrão que exige investigação parlamentar: a utilização do futebol — patrimônio cultural e afetivo de dezenas de milhões de brasileiros — como plataforma para operações financeiras de elevado risco e opacidade, chegando à suspeita de lavagem e ocultação de recursos de origem ilícita, em prejuízo de trabalhadores, credores, torcedores e da própria integridade das competições nacionais." Continua após a publicidade O Botafogo SAF e o Vasco SAF foram procurados e ainda não responderam. A FFU também ainda não se posicionou. Em nota anterior, ao blog, a FFU tinha informado que não tem relação com Daniel Vorcaro e o Banco Master. E esclareceu que não participou da estruturação do fundo que contratou a Trustee como gestora. "Em 2024, a Sports Media contratou a Rothschild, uma das principais consultorias independentes de serviços financeiros do mundo, para assessorá-la na captação de recursos. Ao fim do processo competitivo, a Farallon Latin America Investimentos, renomada gestora global, foi selecionada para investir R$ 750 milhões em debêntures da companhia, por meio do fundo criado por ela, o Fundo Miller, cuja administração foi atribuída à Trustee DTVM, agente financeira autorizada pelo Banco Central e pela CVM a atuar no mercado de capitais." Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Médico é investigado após morte de paciente que fez 3 cirurgias simultâneas Lotofácil acumula, e prêmio vai a R$ 10 milhões; confira as dezenas Prêmio da Lotomania acumula e vai a R$ 1,5 milhão; confira as dezenas Ex-chef de CR7 revela dieta sem 'junk food' e zero açúcar: 'Nem no café' Alimentos que ajudam a combater a gordura visceral, segundo a ciência