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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Justiça quebra sigilo e busca conselheiro por ataque a elenco do SPFC em 21 Pedro Lopes Colunista do UOL 09/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Para polícia, bombas usadas em emboscada ao SPFC podiam matar jogadores Imagem: Divulgação Já se passaram mais de quatro anos, mas a Polícia Civil de São Paulo segue investigando o ataque com bombas ao ônibus do elenco do São Paulo no dia 23 janeiro de 2021. No último dia 19 de novembro, o Ministério Público determinou que fosse encaminhada à polícia uma planilha com quebra de sigilo telefônico de um dos envolvidos no ataque. O objetivo é descobrir quem seria o conselheiro do clube que passou aos agressores o itinerário que o ônibus faria naquele dia. O veículo foi emboscado a caminho do Morumbi, onde o São Paulo enfrentaria o Coritiba pela 32ª rodada do Brasileirão. Daniela Lima Bacellar deixa Castro em posição constrangedora Alexandre Borges Libertação de presidente da Alerj não surpreende Mauro Cezar Mundial pode complicar início de 2026 do Fla M.M. Izidoro Quem ensinou esses homens a amar assim? Isso porque a Polícia encontrou no celular de Rebert Pereira, um dos denunciados, uma mensagem de outro torcedor chamado Hildon dos Santos no dia da emboscada. Nela, Hildon dizia que aguardava comunicação de um conselheiro do São Paulo, que informaria qual caminho o ônibus faria naquela noite. O caminho chegou ao grupo, que atacou o ônibus com pedras, fogos de artifício e explosivos improvisados. No material apreendido pela Polícia estavam granadas caseiras feitas com pregos e bolas de sinuca - o laudo de um especialista em explosivos anexado à investigação diz que elas poderiam representar risco letal a algum jogador. Diante dessas informações, a Polícia enviou um ofício ao São Paulo perguntando quais conselheiros teriam conhecimento do itinerário do ônibus naquele dia. O clube respondeu dizendo que nenhum, já que os itinerários eram definidos pela polícia. Foi determinada então a quebra de sigilo telefônico de Hildon no dia que antecedeu o ataque e no dia do ataque em si. Esses dados foram obtidos ainda no ano passado, mas até agora não foram avaliados. O relatório contém todos os números que ligaram ou trocaram SMS com Hildon nos dias 22 e 23 de janeiro. O Ministério Público determinou, no mês passado, que todo o material fosse convertido em uma planilha para análise da polícia. As investigações continuam, mas alguns dos envolvidos no ataque já foram julgados em setembro - 14 pessoas foram condenadas. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Pedro Lopes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora 1ª madrugada com operação 24 h do Metrô de SP recebe 13,8 mil passageiros Tarcísio diz que apoia Flávio, mas cita outros nomes da direita para 2026 Alcaraz toma susto de Fonseca, mas ativa 'modo turbo' e vence em Miami Câmara aprova regulamentação do mototáxi em SP; texto vai à sanção de Nunes 'Sem estádio, fake news, clubismo': Leila rebate Fla sobre fim do sintético