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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte A diferença entre Palmeiras e Flamengo estampada na noite de Libertadores Alicia Klein Colunista do UOL 21/05/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, durante jogo contra o Cerro Porteño, pela Libertadores Imagem: LECO VIANA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO O Flamengo venceu o Estudiantes por 1 a 0, ontem, no Maracanã. O Palmeiras perdeu uma invencibilidade de cinco anos na sua casa, pela competição continental: 1 a 0 Cerro Porteño. Nenhum dos dois foi excepcionalmente bem ou mal, mas a diferença, ainda assim, saltou aos olhos de quem assistiu às duas partidas lado a lado. O Flamengo tem um problema de pontaria, ajuste fino. Acaba perdendo, como perdeu para o Vitória, e sofrendo, como sofreu contra o Athletico. No geral, porém, tem grande volume ofensivo e peca nas finalizações, na chamada última bola. Conta com alguns jogadores extraordinários que, inspirados, são capazes de oferecer espetáculo. Pode se dar ao luxo de colocar Paquetá e Lino só no segundo tempo, não tendo Arrascaeta, Pulgar, Plata e Cebolinha. Os convocados Danilo e Alex Sandro nem saíram do banco. Letícia Casado Gestão de Rogério Marinho agrava crise de Flávio Alexandre Borges Flávio desaba em pesquisa; procuram-se paraquedas Milly Lacombe Palmeiras sob vaias é justo? Gustavo Miller O desespero do Instagram para você postar mais O Palmeiras tem um problema desde a criação. O time não fez uma única grande partida em 2026 — talvez valha destacar a dura e importante vitória contra o Fluminense, no início do Brasileirão. A equipe passou das vitórias magras, aos empates frustrantes e, agora, à inesperada derrota em casa na fase da Libertadores que se acostumou a dominar. Contra o Cerro, sujeitou a torcida a Emi Martínez primeiro como terceiro homem de meio-campo, depois improvisado no lugar de Giay (tudo para não entrar Khellven), com o combalido Paulinho e o decepcionante Luighi como alternativas para o ataque na etapa final. Dois clubes ricos, comandados por bons treinadores portugueses, que investem alto, mas têm elencos de qualidade bem diferentes. Há um equilíbrio coletivo, alicerçado na longevidade da comissão técnica alviverde, mas individualmente o Flamengo entrega com mais frequência o extraordinário — como teria sido o gol de bicicleta de Pedro contra o Estudiantes. Abel Ferreira já provou diversas vezes que sabe se reinventar. Pelo tamanho do clássico, tudo pode acontecer no sábado. Mas o ajuste que o Flamengo precisa para derrubar o rival é muito, muito menor do que o necessário para o Palmeiras surpreender no Maracanã. Siga Alicia Klein no Instagram Se inscreva no canal de Alicia Klein e Milly Lacombe no YouTube Assine a newsletter da Alicia Klein Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Alicia Klein por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Flávio Bolsonaro nega ter pedido encontro com Trump: 'No, I didn't ask anything' Francês baleado foi alvo de emboscada de influenciadora no CE, diz polícia Suspeita de ligação com o PCC, Deolane é transferida para presídio em SP Davi Lacerda é escolhido para apitar Flamengo x Palmeiras Investigação contra Deolane começou após troca de bilhete em presídio de SP