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O Corinthians fechou o retrato financeiro de julho com um déficit de R$ 278,7 milhões, quase 260% acima do previsto. A arrecadação operacional superou a meta, mas as vendas de jogadores ficaram muito aquém do planejado; no balanço patrimonial, dívidas e compromissos já excedem os bens e direitos em mais de R$ 1 bilhão [ , , , , ]. Com a conta apertando, a diretoria tenta transformar a Neo Química Arena em parte da solução: propôs à Caixa Econômica Federal uma negociação que inclui naming rights por dez anos e outras frentes comerciais. Na mesa, também está a liberação de R$ 27 milhões retidos como garantia; a dívida do estádio gira em torno de R$ 630 milhões [ , ]. O aperto ganhou ainda um capítulo de cobrança: um perito deu 15 dias para o clube explicar o destino de cerca de R$ 10,1 milhões e pediu documentos envolvendo, entre outros pontos, contratos da Nike. Fora dos balanços e dos tribunais, a eleição presidencial também esquenta, com cinco pré-candidatos já apresentados e a possível reeleição do atual presidente ainda cercada por dúvidas estatutárias [ , ]. No gramado, as notícias foram de reconstrução e espera. Zakaria Labyad teve o contrato renovado até o fim de 2027 enquanto se recupera de grave lesão no joelho; Alex Santana, com poucos minutos na temporada, insiste que não vai desanimar. E Fernando Diniz voltou a enxergar Gui Negão como alternativa ao lado de Memphis Depay, mesmo com o retorno de Yuri Alberto no horizonte [ , , , ]. Na agenda da base, o Corinthians tinha pela frente o Atlético-GO pelo Brasileiro sub-17, no Parque São Jorge, em um duelo entre o terceiro colocado e o lanterna da competição [ ].