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Análise dos Times

Selecao Brasileira

Principal

Motivo: O texto critica fortemente a estratégia da CBF em relação à seleção brasileira, apontando falta de preparo e excesso de expectativa.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Motivo: A França é retratada como adversária tecnicamente superior e com uma postura leve e confiante, servindo de contraponto à seleção brasileira.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

estevao selecao brasileira franca cbf endrick samir xaud

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Esqueçam o hexa Milly Lacombe Colunista do UOL 27/03/2026 14h35 Deixe seu comentário Bremer em campo pela seleção brasileira contra a França no amistoso internacional Imagem: Rafael Ribeiro/CBF Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O trabalho da CBF para a seleção masculina está organizado em torno do sexto título mundial. A campanha da Copa tem hexa por todos os lados. Entendo que sonhar é ferramenta de existência e também que sonhos que sonhamos juntas e juntos tem força ainda maior. Mas gostaria de argumentar contra essa estratégia. É fato que a gestão de Samir Xaud, depois de longos e tenebrosos invernos, olha para o futebol de um jeito mais saudável e menos bruto do que as anteriores. Estive em uma imersão na Granja Comary no começo do mês e pude ver de perto a seriedade com que o futebol brasileiro está sendo tratado. Estamos no começo de uma longa jornada que certamente colherá seus frutos se não for interrompida. Mas, vendo a seleção contra a França em Boston, transformei algumas de minhas suspeitas em certezas. Não estamos preparados para o hexa. Foram muitas décadas de descaso e de malfeitos para serem curadas em poucos meses. O ciclo de restauração é maior e deveria ter como linha de chegada 2030 e não 2026. Focar todas as energias num hexa que não virá é aumentar a expectativa e, com ela, a frustração e a revolta. É um risco imenso. Não ficar falando de hexa distensiona a corda e cria novos ambientes de trabalho e novas possibilidades - até para o hexa. Amanda Klein Mendonça perde no STF, mas ganha popularidade Wálter Maierovitch A suprema empulhação do STF ao barrar CPMI Vinicius Torres Freire Governo Lula descobre só agora problemas velhos Chico Barney Ana Paula é mistura de Davi com Juliette no BBB Diante da França, senti pena da nossa seleção. Pilhada, chiliquenta, desconcentrada, confusa, perdida, cansada. Do outro lado, os franceses jogavam sorrindo. Fizeram dois gols e seguiram sorrindo. Leves, alegres. Um contraste imenso. Não estamos prontos. Não ainda. O trabalho é longo e precisa de continuidade. Parar de falar em hexa talvez ajude. Começar a falar em resgate de uma filosofia e de uma cultura, começar a falar em formação de atletas, no trabalho de base, em mais Endriks e Estevãos, em meias, no drible, na criatividade, em brasilidade - uma palavra, aliás, bastante usada em palestras dadas por executivos da CBF. Se querem falar em taças, então falemos de 2027. Essa sim parece estar madura como jamais esteve. E será levantada aqui no Brasil. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Por dívidas de Textor, Eagle tem intervenção e se abre a vender Botafogo Planalto vê uso político contra Lula em pedido de prisão de Lulinha Investidores fazem ato na frente da Fictor, alvo da PF: 'Cadê o capital?' Para que serve a sinvastatina? Veja como tomar e efeitos do remédio Por que Testemunhas de Jeová proíbem transfusão de sangue e o que mudou