🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: A matéria foca em Gustavo Henrique, zagueiro titular e fundamental para a campanha do Corinthians na Copa do Brasil, destacando sua importância defensiva e aérea.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: Robert Renan é apresentado como peça chave para o estilo de Fernando Diniz, enfatizando sua técnica e precisão nos passes, embora com menos destaque que o Corinthians.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Vasco Corinthians Dorival Júnior Copa do Brasil Robert Renan Félix Torres Fernando Diniz Pedro Matheus Bidu Hugo Souza Yuri Alberto Duílio Monteiro Alves Gustavo Henrique Du Queiroz André Ramalho Ivan Cacá João Pedro Tchoca Mantuan

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Gustavo Henrique e Robert Renan são 'xerifes' amados por seus técnicos Walter Casagrande Jr. Colunista do UOL 15/12/2025 11h06 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Gustavo Henrique converteu o quinto pênalti do Corinthians contra o Cruzeiro Imagem: Marcello Zambrana/AGIF No futebol, sempre se destacam muito mais os criadores de jogadas, os artilheiros ou os goleiros em disputas de pênaltis. Isso acontece em todos os lugares do mundo e, às vezes, passa batido jogadores com funções menos atraentes, mas que foram determinantes nos jogos decisivos. Zagueiros, por exemplo, ficam escondidos atrás do brilho de quem decide, direta ou indiretamente, uma partida. Por isso, neste texto, quero falar sobre dois zagueiros que estão sendo determinantes nos dois times que farão a final da Copa do Brasil. Pelo Corinthians, o único zagueiro que se firmou como titular da equipe, definitivamente, é imprescindível nessa campanha espetacular na Copa do Brasil. Gustavo Henrique é o pilar defensivo do Corinthians, principalmente nas jogadas aéreas, tanto defensivas como ofensivas. Ele também é muito importante na cobertura pelo lado esquerdo, nas costas do Matheus Bidu, que é muito forte atacando, mas precisa sempre da ajuda do Gustavo. Josias de Souza Aliados expõem na rua tática de Lula para 2026 Daniela Lima PGR vê corrupção no 1º caso sobre emendas Domitila Becker Dorival é quem desrespeitou os jornalistas Juca Kfouri Corinthians é algoz dos Palestras Ao seu lado, já passaram Félix Torres, Cacá, André Ramalho, João Pedro Tchoca, e nenhum deles se firmou ali. Na minha visão, o melhor é o Tchoca, mas a preferência do Dorival é sempre pelos mais experientes, porém com menos habilidade. Nesse momento, o André Ramalho voltou a ser titular, mas a insegurança é enorme e sobrecarrega demais o Gustavo Henrique. É claro que o Gustavo conhece suas deficiências e entendeu como se joga com a camisa do Corinthians, e que a torcida exige raça e espírito de luta; é isso que ele demonstra ter de sobra. O Corinthians só tomou gols na Copa do Brasil nesse jogo contra o Cruzeiro, e o Gustavo foi um dos responsáveis por essa força defensiva, junto com o Hugo Souza, principalmente. Lá no Vasco, com o estilo de Fernando Diniz, que gosta de sair jogando com passes curtos e que a construção das jogadas ofensivas se inicie na saída de bola da defesa, é necessário que se tenha zagueiros técnicos, com passes precisos. Por isso, o Diniz pediu um jogador como Robert Renan. Ele cresceu no Corinthians e fez parte de todas as seleções de base do Brasil, muitas vezes sendo o capitão da equipe. Robert Renan, do Vasco, em ação Imagem: CELSO PUPO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO É um ótimo zagueiro, com uma técnica apurada, rápido, se posiciona muito bem, além de ser forte também na cobertura. É um zagueiro construtor de jogadas que o treinador vascaíno adora e acha imprescindível para o funcionamento do seu mecanismo de jogo. O Robert foi dado praticamente de graça para o Zenit em troca do Yuri Alberto, pelo ex-presidente Duílio Monteiro Alves, investigado por ter usado o cartão corporativo para uso pessoal. Mantuan, Du Queiroz, Ivan, Pedro (com 16 anos na época) e Roberto Renan foram os envolvidos nessa negociação estranhíssima feita pelo Duílio. Em determinado momento, o Robert Renan se perdeu no deslumbramento por tantos elogios e começou a ter erros por soberba, tanto que perdeu um pênalti decisivo para o Internacional, tentando dar uma cavadinha. Continua após a publicidade Mas já no próprio Vasco, participou de uma disputa de pênaltis nessa própria Copa do Brasil, batendo com responsabilidade e marcando o gol. São dois zagueiros com estilos diferentes, mas de acordo com o esquema que cada treinador prefere jogar. Gustavo Henrique é o "xerife" que Dorival Jr. gosta de ter em seus times. Roberto Renan tem a técnica e o ótimo passe que, para o jeito de jogar do Fernando Diniz, são peças imprescindíveis para a sua saída de bola mais elaborada, que é o núcleo de seu esquema. Duas peças importantes que são ofuscadas por quem decide jogos, marcando gols, dando assistências ou defendendo pênaltis, mas que são importantíssimas para suas equipes. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Casagrande por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora São Paulo: Ex de Casares e diretor pedem licença após esquema por ingressos Maurício Kubrusly é internado na UTI no sul da Bahia Técnicos brasileiros desbancam gringos após domínio e polêmica com Oswaldo Cruzeiro anuncia saída de Leonardo Jardim após eliminação na Copa do Brasil Piloto comercial evita colisão com avião militar dos EUA perto da Venezuela