🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: Relato jornalístico factual e neutro sobre as finanças do clube, sem tom favorável ou desfavorável.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

corinthians osmar stabile neo quimica arena uol governo federal arena fundo de investimento imobiliario procuradoria geral da fazenda nacional parque sao jorge

Conteúdo Original

Futebol Corinthians quita parte do acordo com a Fazenda através de fundo da Arena Fábio Lázaro Do UOL, em São Paulo (SP) 21/10/2026 16h04 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Osmar Stabile fica na presidência do Corinthians até o fim do ano Imagem: Rodrigo Coca/Agência Corinthians O Corinthians usou parte do dinheiro liberado pelo fundo ligado à Neo Química Arena para pagar parcelas atrasadas de um acordo de dívida previdenciária com o Governo Federal, através da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN). O clube confirmou ao UOL que os pagamentos foram regularizados e que essa parte do acordo continua em vigor. O que aconteceu O UOL apurou que foram pagas as parcelas de junho, julho, agosto e setembro, que somavam cerca de R$ 8 milhões. O atraso preocupava a diretoria porque poderia colocar em risco a continuidade do acordo com a Fazenda Nacional, conforme apurou o UOL . Josias de Souza Guerra dos sigilos empurra o eleitor para o ceticismo João Paulo Charleaux Big techs têm papel desproporcional na eleição Juca Kfouri O Fluminense diante de desafio incomensurável Milly Lacombe Respeito não voltou ainda, Vasco. Mas pode voltar O dinheiro veio de cerca de R$ 11,2 milhões em rendimentos do Arena Fundo de Investimento Imobiliário. Uma ata de assembleia do fundo, no qual o UOL teve acesso, registrou a liberação desse valor, equivalente a 95% do montante disponível para distribuição referente ao primeiro semestre de 2026. Os recursos foram liberados na última semana e depois chegaram ao caixa do Corinthians. Parte do dinheiro foi separada para compromissos financeiros ligados à Arena, enquanto outra parte foi usada para quitar as parcelas previdenciárias. Outra parte segue em aberto Parque São Jorge foi colocado como garantia da transação tributária Imagem: Fábio Lázaro/IUOL O Corinthians, porém, ainda precisa acertar as parcelas atrasadas de outro acordo com o governo federal , referente a dívidas que não são previdenciárias. Continua após a publicidade A diretoria corintiana considerou a manutenção dos acordos uma prioridade diante dos atrasos acumulados, conforme apurou o UOL. Havia preocupação interna com o risco de o clube perder as condições negociadas e ter bens ou outras garantias cobrados caso a dívida colocasse os acordos em risco. O UOL também apurou que o pagamento das parcelas previdenciárias enfrentou resistência dentro do clube antes de ser autorizado. No fim, prevaleceu o entendimento de que era necessário colocar os pagamentos em dia para preservar o acordo, em meio aos processos éticos e aos pedidos de impeachment em andamento no Corinthians. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Lula aceita condições de Flávio e reafirma desafio sobre quebra de sigilos Campanha de Flávio ouve centrão e se divide sobre Marçal no debate da Globo Ex-ministros do STF e juristas assinam carta e fazem ato pela democracia 'Quem é Mariana': entenda busca relacionada a Flávio impulsionada por Janones É falso que Lula teve relógio e aliança roubados por apoiadores